Cada mês fica registrado
Dá para responder, meses depois, o que foi faturado em março: para quem, quanto, e quem apertou o botão.
Gestão de Benefícios
Do contrato do estipulante ao boleto no WhatsApp do beneficiário — e ao arquivo que bloqueia ou libera a carteirinha.
Todo mês
Você abre a planilha. Confere quem entrou, quem saiu, quem trocou de plano. Soma família por família. Gera boleto um por um e manda no WhatsApp, copiando e colando.
Uma semana depois começa a conferência de quem pagou: outra planilha, batendo com o extrato na mão. Do que sobra você monta o arquivo de bloqueio, no formato que cada administradora exige. Quem pagou depois precisa entrar no arquivo de desbloqueio — e quase sempre entra atrasado.
E o telefone não para.
O problema não é o seu time. É que cada coisa está num lugar diferente: o cadastro no portal da operadora, o dinheiro na planilha, o boleto no site do banco, a cobrança no WhatsApp de alguém. Assim ninguém sabe o resultado do mês antes de o mês acabar — e o que você deixa de ganhar não aparece em lugar nenhum.
De ponta a ponta
São sempre estas seis coisas, nesta ordem. E o problema nunca é uma delas sozinha: um erro no faturamento só aparece no repasse, quando o dinheiro já saiu errado. Aqui as seis acontecem no mesmo lugar.
Cadastro
A cadeia é cadastrada como ela existe no papel. Operadora, administradora, gestora e estipulante são cadastros de pessoa jurídica marcados por papel, então a mesma empresa pode ocupar mais de um papel sem cadastro duplicado.
A empresa, a associação ou o sindicato. Carrega operadora, administradora, credor e o dia de vencimento.
Cada plano do estipulante, com a acomodação. Um estipulante pode ter vários.
Um por titular. É a unidade de cobrança e a unidade de estado.
Uma linha por vida — titular e dependentes —, com valor cobrado, custo e carteirinha.
Uma vida entra de dois jeitos. Pela tela, no dia a dia — e se o titular for cadastrado depois, trocar ou sair, o sistema acerta sozinho quem responde pelo contrato. Ou por arquivo, quando a carteira vem do sistema anterior: rodar o mesmo arquivo de novo corrige e completa o que mudou, em vez de duplicar gente ou apagar o histórico.
Entrada e saída de vidas
O contrato de adesão vive em um de quatro estados, e só dois deles tiram a família da cobrança. A coluna que decide tudo é a última.
| Estado | O que significa | Continua sendo faturado? |
|---|---|---|
| Ativo | Carteirinha valendo, tudo em dia | Sim |
| Pré-cancelado | Carteirinha bloqueada, contrato vivo | Sim |
| Suspenso | Contrato parado por decisão de alguém | Não |
| Cancelado | Encerrado, e é terminal | Não |
E se movimenta por sete tipos, cada um carregando o estado que produz. O tipo é cadastro, não código: a máquina de estados muda sem desenvolvimento.
| Movimento | Leva o contrato para | Quem dispara | Motivo |
|---|---|---|---|
| Ativação | Ativo | Pessoa | Não exige |
| Pré-cancelamento | Pré-cancelado | A régua, sozinha | Inadimplência, carimbado |
| Reativação | Ativo | A régua, sozinha | Não exige |
| Cancelamento de pré-cancelamento | Ativo | Pessoa | Obrigatório |
| Suspensão | Suspenso | Pessoa | Obrigatório |
| Cancelamento | Cancelado | Pessoa | Obrigatório, terminal |
| Exclusão de beneficiário | Não muda o contrato | Pessoa | Obrigatório |
Cada movimento é uma linha, com origem, motivo, data e autor — não três campos de data que se sobrescrevem. Status e grade de movimentos são somente leitura na tela: log que se edita à mão não é auditoria. E há duas saídas diferentes, que confundidas custam caro: sai a vida (o contrato segue, a família passa a pagar menos) ou sai o contrato (cancelamento terminal, todas as vidas juntas).
Dinheiro
Dá para responder, meses depois, o que foi faturado em março: para quem, quanto, e quem apertou o botão.
Se uma vida estiver sem valor, o mês não fecha: o sistema para e avisa qual é. É a diferença entre descobrir agora e descobrir no fim do ano, pagando o custo dela.
Marca todos os estipulantes e manda. Se clicar duas vezes por engano, ninguém é cobrado duas vezes.
Você clica e vai fazer outra coisa; o sistema emite em lotes e tenta de novo sozinho o que o banco recusar. Quem pagou no meio do caminho não recebe boleto.
Os três saem juntos em cada cobrança. São eles que o envio automático manda, e o que a IA entrega na conversa quando o beneficiário pede a segunda via.
Entrou, o sistema separa o que é mensalidade e o que é encargo, apura a sua parte e já deixa pronto o repasse. Nada de conferir duas vezes em dois lugares.
Cobrança
O beneficiário não precisa entrar em lugar nenhum para receber a mensalidade. O motor de campanhas dispara nos dias e horários configurados, com processamento próprio por canal: WhatsApp, e-mail, SMS, RCS e discador. O conteúdo é montado por etiqueta e resolvido no envio — link do PDF, linha digitável, PIX, valor e vencimento.
A mesma régua manda o boleto do mês, a lembrança do vencimento e a cobrança do atraso, cada uma pelo canal certo, sem ninguém montar mensagem à mão.
Sarah
Atende o beneficiário
Agente autônoma no WhatsApp, 24 horas por dia, sem operador do outro lado. Em produção hoje em operações de cobrança do REVO360.
Quando a conversa sai do que ela resolve, o atendimento vai para uma pessoa, com o histórico junto.
Simmone
Apoia o seu time
Trabalha do lado de dentro, com o operador humano: lê o dossiê, mostra os insights e tabula o atendimento sozinha.
Nunca fala com o beneficiário.
Carteirinha
Quem recebe o arquivo e movimenta a carteirinha junto à operadora é a administradora, e o layout muda de uma para outra. Por isso a quebra é por administradora, não por estipulante — uma administradora atende vários estipulantes.
São dois arquivos com ritmos diferentes: pré-cancelamento, periódico, com quem passou da tolerância; e reativação, mais frequente, com quem quitou. Os dois saem no grão de vida — titular pré-cancelado leva os dependentes — e os dois leem a mesma definição de inadimplência que a prévia mostra na tela. Uma definição só, para a tela e o arquivo nunca divergirem.
A tolerância é sua, e vale igual nos dois sentidos
Se o bloqueio pegasse quem passou de dez dias mas a reativação exigisse zero atraso, quem tem uma parcela vencida há três dias ficaria preso — e voltaria a ser bloqueado quando ela completasse dez. A carteirinha ficaria piscando, e o beneficiário descobriria isso na recepção do consultório. Régua simétrica elimina essa faixa morta.
E ela é parâmetro, não constante. No plano individual a lei fixa o prazo; no coletivo, quem manda é o contrato entre operadora e estipulante — então a régua muda de carteira para carteira, e mudá-la não pode exigir chamado de desenvolvimento.
Gestão
O painel da carteira de beneficiários trabalha em duas camadas, e a movimentação de carteirinha fica entre elas — prévia de quem entra, geração do arquivo e histórico do que já foi enviado.
Estipulantes ativos, faturado do mês e do anterior, previsto para o próximo, cobertura por estipulante (quem deveria faturar e não faturou), composição entre baixado, a vencer e inadimplente, evolução por competência e recuperação por safra.
Total de beneficiários, valor cobrado contra custo líquido, receita, inadimplência, distribuição por operadora e por administradora, vencimentos a pagar às administradoras e a relação de vidas com plano, acomodação e status.
Como o faturamento gera cobrança nativa, a carteira herda o resto do produto sem integração nenhuma: encargos por faixa de atraso, negociação e acordo com alçada de aprovação, portal de autoatendimento, prestação de contas por dono do crédito e os painéis de acionamento, promessa de pagamento e caixa realizado.
Perguntas frequentes
Sim. O módulo de Gestão de Benefícios modela contrato estipulante, plano contratado, contrato de adesão e beneficiários, e leva a carteira do faturamento mensal até a movimentação da carteirinha junto à administradora, sem trocar de sistema no meio.
Um. A cobrança tem grão de família: a parcela da competência é a soma das vidas daquela adesão. Emitir um boleto por vida multiplica inadimplência por erro de pagamento parcial.
Sim. As competências são selecionadas na grade e processadas em massa, e o mesmo vale para a emissão dos boletos, que é enfileirada e processada por um job em lotes. Reprocessar a mesma competência só completa o que faltou, então ninguém cobra duas vezes clicando duas vezes.
Sai. Cada boleto emitido carrega os três instrumentos de pagamento — PDF, linha digitável e PIX copia e cola —, e são eles que alimentam o envio automático por WhatsApp, e-mail e SMS.
Continua, e é essencial que continue. A carteirinha está bloqueada na operadora, mas o contrato segue vivo e é pagando que a pessoa volta. Se o pré-cancelamento marcasse o contrato como inativo, o faturamento pararia, e sem cobrança não haveria pagamento nem reativação.
Por padrão, o que já foi faturado continua em cobrança, porque o serviço foi prestado naquele mês; a família apenas sai dos faturamentos futuros. Quando o contrato do estipulante determina que o cancelamento zera o débito, o sistema devolve as parcelas em aberto e cancela os boletos no banco, não apenas no sistema.
Não. O faturamento gera cobrança nativa do REVO360, então a carteira herda encargos por faixa de atraso, negociação e acordo, portal de autoatendimento, baixa, prestação de contas e os painéis, sem integração entre sistemas.
Quer o assunto por inteiro, com as armadilhas do domínio e o porquê de cada decisão? Leia gestão de benefícios: faturamento, inadimplência e movimentação de carteirinha.
Leve duas coisas para a conversa: o layout que a sua administradora exige na movimentação e a regra de inadimplência de um dos seus contratos. São os dois pontos onde a demonstração fica concreta em cinco minutos.