Falar com especialista

Migração de base

Trocar de sistema sem perder a carteira

Do cadastro ao acordo com lastro, do pagamento à ocorrência. A base atravessa inteira, espelhada todo dia — e a equipe treina na própria carteira antes de virar a chave.

O ponto de partida

O que realmente impede a troca

Quase ninguém neste mercado continua no sistema atual por achá-lo bom. Continua porque sair parece caro demais — e o que assusta não é o preço, é a base.

A pergunta é sempre a mesma: o que acontece com os acordos já fechados, com os pagamentos já aplicados, com o histórico de dez anos de acionamento. Sem resposta para isso, nenhuma demonstração de funcionalidade importa.

Essa resposta existe, e ela é operacional — não é promessa comercial.

O que atravessa

A carteira inteira, incluindo o que ninguém costuma migrar

Trazer cadastro e título em aberto é o começo, e quase todo mundo faz. O que decide a migração está mais adiante na lista.

  • Quem éCadastros, telefones, e-mails e endereços
  • O que se deveTítulos, parcelas e avalistas
  • O que já foi negociadoAcordos, com as parcelas originais que são o lastro
  • O que já entrouPagamentos aplicados, na parcela certa
  • O que já se falouOcorrências e histórico de acionamento
  • O que estava em abertoPropostas em andamento
  • Como a casa trabalhaCredores, réguas e políticas de cobrança
Dashboard da carteira depois da migração: 19.045 contratos ativos, 115.156 parcelas em aberto, R$ 362 milhões em aberto, ticket médio de R$ 19 mil e 2.773 acordos vigentes, com distribuição por credor, cesta de atraso e produto.
A carteira depois de atravessar: contratos, parcelas em aberto, valor e os acordos vigentes — com o atraso e o produto que vieram junto. Ambiente de demonstração — números e nomes fictícios.

O acordo sem as parcelas originais vira um número solto. Ninguém consegue explicar ao devedor de onde ele saiu, nem prestar contas ao credor do que foi negociado.

Por isso o lastro atravessa junto. E o histórico também: operação que perde o acionamento recomeça o relacionamento do zero, e o devedor percebe isso na primeira ligação.

O espelho

O batimento: por que o espelho continua fiel

A base migrada não fica parada esperando a virada. Os arquivos do dia entram na pasta e o sistema reimporta e concilia a carteira inteira.

O detalhe que faz isso funcionar é o que acontece com quem não veio no arquivo: o batimento devolve. Reimportar somando faria a base crescer para sempre e nunca refletir quem saiu da carteira.

É o que permite a parte mais valiosa da migração: a equipe treina no sistema novo com a própria carteira, com os próprios devedores e os próprios acordos.

E treina enquanto a operação continua rodando no sistema antigo, sem risco nenhum.

  1. 1PlanejarMapear o que existe na origem e o que ela consegue entregar — banco ou exportação.
  2. 2EspelharA base passa a ser atualizada diariamente pelo batimento, enquanto a operação segue no sistema antigo.
  3. 3TreinarA equipe aprende na própria carteira, com os próprios devedores e os próprios acordos.
  4. 4VirarNo go-live não há carga nova nem surpresa: a base já estava lá, conferida todo dia.

No dia da virada não há carga nova nem mutirão de fim de semana. A base já estava lá, conferida todo dia, e a equipe já sabia usar o sistema. O go-live vira uma decisão de data.

As origens

De onde já viemos

A lista abaixo é de onde já migramos, não do que é possível. O que decide é a origem dar acesso ao banco ou saber exportar.

  • Sistemas de cobrançaCobMais · CobranSaaS · Recupera · SisCobra · Cyber · Neo · Virtua · CobCloud · Tasken
  • ERPsSAP · TOTVS · Oracle · Senior · MEGA · CIGAM · Nomus · HubSoft · IXC Soft · MK Solutions · SGP
  • Qualquer outroQualquer sistema que dê acesso ao banco ou saiba exportar

Uma coisa que não fazemos, e é melhor saber antes: migração não limpa base. Trazemos o que existe e mostramos o que falta.

Telefone errado na origem chega errado aqui. Corrigir isso é enriquecimento cadastral — outro trabalho, mais fácil depois, com a carteira já dentro.

Perguntas

O que costumam perguntar antes de decidir

Vocês conseguem trazer os acordos, ou só os títulos em aberto?

Os acordos, com as parcelas originais que são o lastro deles. É a diferença que costuma decidir a migração: sem o lastro, o acordo migrado vira um número solto, e ninguém consegue explicar ao devedor de onde ele saiu nem prestar contas ao credor.

E o histórico de acionamento?

Vai junto. Ocorrências e histórico atravessam, porque operação de cobrança sem histórico recomeça o relacionamento do zero — e o devedor percebe na primeira ligação.

Como funciona o espelho diário?

Pelo batimento. Os arquivos do dia entram na pasta e o sistema reimporta e concilia a carteira: o que veio é atualizado e o que não veio é devolvido. Reimportar só somando faria a base crescer para sempre; devolver o ausente é o que mantém o espelho fiel.

Precisamos parar a operação durante a migração?

Não. A operação segue no sistema atual enquanto a base espelhada é conferida e a equipe treina. A virada é uma decisão de data, não um fim de semana de mutirão.

E se o nosso sistema atual não estiver na lista?

A lista é de onde já viemos, não do que é possível. O que decide é a origem dar acesso ao banco ou saber exportar — a partir daí o trabalho é conhecido.

Vocês corrigem os dados na migração?

Não. Trazemos o que existe e mostramos o que falta. Migração não conserta base: se o telefone estava errado na origem, ele chega errado aqui — e a boa notícia é que o enriquecimento cadastral é outro trabalho, que dá para fazer depois, com a base já dentro.

O mesmo raciocínio vale para a telefonia: veja trocar de discador sem trocar de CRM. E a mesa que recebe a carteira depois da migração está em call center de cobrança.

Traga a sua base para a conversa

Leve duas coisas: o nome do sistema que você usa hoje e um exemplo de acordo com as parcelas originais. Em cinco minutos dá para dizer o que atravessa e o que não.

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