Para credores · revo360 Analytics
Cada assessoria medida com a mesma régua, na tela.
No Dashboard de Acionamentos, cada acionamento que a assessoria registra chega na hora à sua tela, sem recarregar a página. E sete vídeos narrados percorrem o painel Performance de Assessorias: a Nota BSC contra a sua meta, o Índice de mérito contra as outras assessorias com a mesma carteira, o caixa, a custódia e a leitura da Môzi, a IA do revo360.
Ao vivo
O que cada assessoria está fazendo agora
No Dashboard de Acionamentos do revo360, na versão do credor, cada acionamento que a assessoria registra aparece na hora, sem recarregar a página: quantos chegaram hoje, quanto virou CPC (contato com a pessoa certa) e promessa, quem ainda não mandou nada e as últimas chegadas, linha a linha. Embaixo, na mesma tela, a análise do período. Acionamento, CPC e promessa são o que a assessoria informa; acordo e pagamento vêm do sistema do credor.
Neste vídeo
O que o vídeo mostra, quadro a quadro
- O Dashboard de Acionamentos no sistema do credor, com o bloco Ao vivo — assessorias no topo.
- Quatro assessorias entregando ao mesmo tempo: o contador de hoje sobe a cada acionamento que chega, sem recarregar a página.
- As últimas chegadas: cada linha nova entra marcada, com a assessoria, a ocorrência, o operador e o selo de CPC ou promessa.
- O placar de hoje, por assessoria: chegadas, CPC, promessas e há quanto tempo veio a última, com o total; embaixo, quem ainda não mandou nada hoje.
- Embaixo do ao vivo, a análise do período: a leitura em uma frase, com os números, e as linhas de atenção, como a comparação entre as assessorias, com o aviso de comparar dentro da mesma fase de atraso, e a janela de discagem sugerida pelo jAcob.
- Os indicadores do período, contra o período anterior, e os recortes com filtro cruzado: natureza, tipo de acionamento e ocorrência.
- O produto e a origem do acionamento: no recorte, todos feitos pelas assessorias.
- Acionamentos e CPC por assessoria e o ranking por assessoria, com a interferência da casa zerada em todas.
- O ranking de CPC por operador, com os operadores de todas as assessorias no mesmo critério.
- O ranking de CPC por credor, com o nome do credor desfocado.
A narração, por escrito
- Os acionamentos ao vivo, na visão do credor.
- Cada acionamento que as assessorias registram chega aqui na hora, sem recarregar a página.
- Nas últimas chegadas, cada linha nova entra marcada, com a assessoria, a ocorrência e o operador.
- O placar de hoje, por assessoria: chegadas, CPC, promessas, e há quanto tempo veio a última.
- E quem ainda não mandou nada hoje aparece logo abaixo.
- Abaixo, o período, com a leitura pronta: volume, taxa de CPC, operadores e o pico do dia.
- Entre as assessorias, quem converte mais e quem converte menos, com o aviso: compare dentro da mesma fase de atraso.
- E o jAcob avisa quando a discagem sai da janela que ele recomendou.
- Os indicadores, cada um contra o período anterior, e os recortes, com filtro cruzado.
- O produto, e a origem: aqui, tudo feito pelas assessorias.
- Por assessoria, o que cada uma acionou e converteu. E a interferência da casa: zero.
- No ranking de CPC, operador por operador, de todas as assessorias, no mesmo critério.
- E o mesmo ranking, por credor.
- revo360 Analytics. O credor vê cada assessoria, ao vivo e no período.
A série
Performance de Assessorias, em sete capítulos
Telas reais do painel, gravadas em ambiente de demonstração, com narração, música de fundo e legendas que acompanham a fala. Cada capítulo tem de 11 a 21 minutos, e os pontos de Neste vídeo levam direto ao assunto. O painel existe no sistema do credor, para quem tem permissão.
Neste vídeo
A narração, por escrito
- Tela real do revo360. Dados fictícios, gerados por IA. Qualquer semelhança é mera coincidência.
- O credor contrata várias assessorias. Aqui, todas são medidas com a mesma régua. Este é o painel Performance de Assessorias.
- O primeiro quadro, o placar, mostra quem entrega, quem está abaixo da meta e quanto custa cada real recuperado.
- O painel faz parte do revo360 Analytics e só existe em ambiente de credor. Em ambiente de cobradora, ele não se aplica. Ele abre pelo Cockpit, na seção Assessorias, e pelo menu Credor360.
- Quando o credor também cobra por conta própria, essa operação fica fora da comparação: ela não recebe entrega e cobra fases diferentes. A referência de cada assessoria são as outras.
- O painel lê e mede. Ele não mexe em cota, não recolhe carteira e não executa gatilho. A decisão continua com o credor.
- O subtítulo mostra a hora da última consulta, não a do cálculo, e avisa: atualização manual. A tela nunca relê os números sozinha.
- No alto, à direita, o selo traz a data de referência: 30/09/2026. Todos os períodos da tela partem dela, nunca do relógio.
- A referência é o último dia com evento de alguma assessoria nas fontes: um pagamento atribuído a ela, um acionamento que ela informou ou um acordo que ela fez.
- O aviso de fonte parada: as fontes não recebem evento desde a referência. O aviso só acende com mais de 3 dias. Recalcular não muda nada: o caminho é conferir as cargas.
- Isso importa: com a referência parada, a carteira parada parece menor do que é. Nesta demonstração, a base termina em 30/09 e o relógio seguiu andando.
- Normalmente, o selo mostra a referência e a hora do cálculo. “Há dado mais novo: atualize” pede recálculo. “Último cálculo falhou”: a tela segue com o último placar bom.
- Um clique no selo abre a situação do placar: data de referência, hora do cálculo, quanto ele levou e quantas entregas o placar guarda.
- Cada entrega é um período em que um título esteve com uma assessoria: a janela de custódia, sobre a qual o placar é montado.
- A custódia é gravada a cada troca de assessoria: de quem para quem, quando, com o saldo e o atraso do título na entrega. Sem ela, o título só diria com quem está hoje.
- O cálculo também confere a atribuição: se algum pagamento, acionamento, acordo ou boleto ficar sem janela de custódia, o selo mostra quantos. Quando não sobra nada, a linha nem aparece.
- Padrões do cálculo: mínimo de 60 eventos para julgar · quebra de acordo em 30 dias · carteira parada em 15 dias · Nota de qualidade mínima 70.
- O placar é refeito inteiro a partir das fontes. Em operação, uma rotina faz isso uma vez por dia, depois das rotinas da noite. No meio do dia, o botão Atualizar dados pede um novo cálculo, com confirmação.
- O cálculo relê custódia, pagamentos, acordos e acionamentos. Quem está lendo vê o placar antigo ou o novo, sempre inteiro.
- Só um cálculo roda por vez. Em segundo plano, o selo diz “Atualizando…” e oferece o botão Verificar, porque a tela não relê sozinha.
- Recalcular e consultar são gestos separados: o selo cuida do cálculo, o botão Consultar traz o número para a tela.
- Ao lado fica o botão Analisar com a Môzi. Ele liga depois da consulta e analisa o recorte que está na tela.
- O menu ⋯ exporta a tela em PDF e o placar em planilha. A exportação leva o mesmo recorte que a tela mostra.
- Logo abaixo fica a caixa de consulta e filtro. São duas linhas com papéis diferentes: a primeira pergunta ao banco, e a segunda recorta o que já chegou.
- O painel abre sem consultar nada. Antes do clique em Consultar, só o selo e os cadastros são lidos.
- Na consulta, o período recorta os indicadores de evento, como recuperado, custo, CPC por acionamento e promessa. Aqui, 30 dias: de 01/09/2026 a 30/09/2026.
- Cada evento tem dono. O pagamento conta para a assessoria que tinha o título no fim da véspera. Uma função única responde isso, e o carimbo fica gravado na parcela.
- A regra é por dia, não por hora. O pagamento feito no dia da entrega fica com quem tinha o título antes. E o carimbo não muda se o título trocar de mãos depois.
- O acordo conta para quem o fez, e o boleto, para quem o emitiu. O acionamento é o que a própria assessoria informa, numa tabela só das assessorias, separada da operação do credor.
- Se os acionamentos chegam só pelo histórico do título, pela rota antiga, o contato fica sem fonte, e não zerado. Por ser declaração da assessoria, o contato fica fora do Índice de mérito.
- Os atalhos de período partem da data de referência, nunca de hoje. Mexer numa data torna o período Personalizado, e o calendário não passa da referência.
- Safra de entrega é o mês em que o título chegou à assessoria. A tela propõe os 12 meses até o mês da referência. Aqui, de 10/2025 a 09/2026.
- Os indicadores de safra são de quem recebeu a entrega, como liquidação, rolagem e saída da custódia. O período diz quanto foi recuperado em setembro. A safra diz quanto cada carteira rendeu desde que chegou, até o horizonte.
- Há ainda o estoque, lido na data de referência. A carteira parada é de quem tem o título nesse dia, qualquer que seja o período ou o horizonte.
- Colchão é o pagamento de um acordo que já existia antes da entrega e não foi feito pela assessoria. Entra no recuperado, mas não é mérito dela: fica fora da liquidação e do Índice de mérito.
- Credor · vazio = todos · 1 no catálogo. O campo nunca é obrigatório, e o rótulo diz de onde vêm as opções.
- Com mais de um credor, cada número por assessoria soma os credores do recorte. E a Nota BSC da linha vira a média das notas de cada credor, ponderada pelo saldo entregue.
- O botão Consultar leva ao banco o período, as safras e o credor. Ele só lê o placar já calculado, e nenhum cálculo é disparado.
- O placar chega de uma vez, inteiro. Cada seção abaixo vem por conta própria. Se uma falhar, o aviso fica só nela, com o botão “Tentar de novo”.
- Na segunda linha, depois do botão, fica o filtro. Ele recorta na hora o que já chegou, sem voltar ao banco.
- Horizonte · dias desde a entrega: 30, 60 ou 90. É até onde cada entrega é acompanhada. A que ainda não chegou lá está em maturação e fica fora da conta.
- A Nota BSC não muda com o horizonte: ela lê cada indicador de safra na idade da meta. O horizonte muda as curvas, as tabelas e o Índice de mérito.
- Nesta demonstração, as entregas completaram 30 dias na data de referência. Nenhuma chegou a 60. Por isso 60 e 90 dias aparecem desligados.
- A fase é a do cadastro do credor, escolhida pelo atraso do título no dia da entrega. As opções vêm do dado, depois da consulta. Alguns quadros não se recortam por fase, e a ajuda de cada um avisa.
- O filtro de assessorias recorta só a exibição, inclusive no PDF, na planilha e na Môzi. O Índice de mérito continua calculado contra todas. O nome de uma assessoria, em qualquer quadro, liga e desliga esse filtro.
- Quando a tela não mostra exatamente o que foi pedido, uma faixa avisa logo acima do placar: por exemplo, com o filtro de assessorias, com uma consulta que falhou ou com números novos à espera de um Consultar.
- Logo abaixo do placar, a trilha de seções: Financeira · Carteira · Relógio da assessoria · Processo · Qualidade e conformidade · Custódia · Títulos · Metodologia · Metas e pesos.
- Um clique em Financeira desce direto até a seção. No título de cada seção, o botão Seções faz o caminho de volta.
- A tela volta ao placar e à trilha. Metodologia e Metas e pesos nascem recolhidas, e a trilha as abre ao chegar.
- O Relógio da assessoria só aparece quando está ligado neste ambiente. Desligado, ele sai da tela e da trilha.
Neste vídeo
A narração, por escrito
- Performance de Assessorias, do revo360 Analytics: o credor mede, com a mesma régua, as assessorias de cobrança que contratou. Dados fictícios de demonstração.
- O placar vem primeiro: quem entrega, quem está abaixo da meta e quanto custa cada real recuperado. Três visões: Resumo, Por perspectiva e Por indicador.
- Nota BSC: a assessoria contra a meta do credor. O nome vem do balanced scorecard, um placar de metas em quatro perspectivas.
- Índice de mérito: a assessoria contra as outras, com a mesma carteira. 50 = igual às outras. As duas notas vão de 0 a 100 e não se somam.
- O banco monta o placar numa rotina própria: somas por dia, por safra de entrega e pelo estoque na data de referência. As notas são calculadas na tela, sobre essas somas, e servem a qualquer recorte.
- As linhas seguem o Índice de mérito, com desempate pela Nota BSC. A cor da assessoria é a identidade dela em todo o painel. A cor que julga vem sempre com ícone e rótulo.
- O nome é um botão: põe a assessoria no filtro, e o painel inteiro mostra só ela. O Índice de mérito continua calculado contra todas as assessorias do credor.
- Cada quadro tem o “?”, que aparece com o cursor sobre ele: o que mostra, como é calculado, as ressalvas e o que fazer.
- Nota BSC: Alfa 99,8 e Beta 96,5, faixa alta, de 95 para cima. Gama 89,7 e Delta 81,7, faixa média. Abaixo de 80, faixa baixa.
- Índice de mérito da Alfa: 75,2. Régua de 0 a 100, com a marca do 50. Faixa de confiança de 95%: de 68,2 a 82,1.
- A leitura sai da faixa, não do número. Alfa: acima das outras. Beta: na média, a faixa cruza o 50. Gama e Delta: abaixo.
- Recuperado: o que entrou no período. O pagamento conta para quem tinha o título no fim do dia anterior, regra do painel todo. Alfa: R$ 297,8 mil.
- Recuperado = pagamento novo + colchão. Colchão: pagamento de parcela de acordo fechado antes da entrega, pelo credor ou por outra assessoria. O carimbo fica gravado na parcela e não muda depois.
- Liquidação em 30 dias, por safra de entrega: pagamento novo acumulado até 30 dias após a entrega ÷ saldo entregue. Alfa: 1,35%.
- O colchão fica fora desta taxa: não é mérito da custódia. Só entram entregas que completaram o horizonte. O rótulo segue o horizonte do filtro: 30, 60 ou 90 dias.
- Custo por real = comissão ÷ recuperado. Só comissão, sem tarifa fixa, pela grade de cada assessoria e pela faixa de atraso na entrega. Alfa: R$ 0,130.
- Gama R$ 0,122, Beta e Delta R$ 0,127. Aqui as quatro têm a mesma grade de comissão: a diferença de custo vem da fase dos títulos que pagaram, não de eficiência.
- Resultado líquido = recuperado − comissão. Alfa: R$ 258,9 mil. O desconto não é subtraído: o recuperado já vem com desconto.
- Carteira → caixa: a Alfa recebeu 40,0% do saldo entregue e trouxe 47,8% do recuperado, +7,8 p.p. A Delta: 15,0% → 10,2%, −4,8 p.p.
- Até 1 p.p., a diferença é ruído e sai em cinza, como na Beta. A fatia entregue vem das safras, e a recuperada, do período. É o número da conversa de redistribuição: a tela não redistribui.
- Todas as assessorias: R$ 622,9 mil recuperados, liquidação de 1,13%, R$ 0,128 por real e R$ 543,3 mil de resultado líquido.
- Índice de mérito parcial: 2 de 3 indicadores. A quebra de acordo está em maturação, e o peso dela foi redistribuído.
- Por perspectiva: Financeira 40%, Carteira 25%, Processo 15%, Qualidade e conformidade 20%.
- Nota do indicador com meta = 100 × o menor entre o atingimento e 1. Perspectiva = média dos indicadores, pelos pesos do credor. Nota BSC = média das perspectivas, pelos pesos do cabeçalho.
- Atingimento = valor ÷ meta quando maior é melhor, e meta ÷ valor quando menor é melhor. Passar da meta não rende mais que 100 nem compensa outra meta.
- Ao lado da nota, a contagem. Na Carteira, 2 de 3: a quebra de acordo, em maturação, ficou sem nota, sai da conta, e o peso é redistribuído.
- Regra do painel: o que não tem medida nunca vira zero. Sem evidência: menos eventos que o mínimo para julgar, 60 por padrão. Sem fonte: este ambiente não mede o indicador.
- Em Qualidade e conformidade, só a Nota de qualidade aprovada tem nota. Gravação entregue e reclamações por mil títulos estão sem fonte: não puxam a nota, reduzem a cobertura.
- Não reportado vale zero na Nota BSC: tem carteira, não informou acionamento, e outra informou. Em maturação: a safra ainda não chegou à idade em que o indicador é medido.
- Financeira: Gama 78,0 e Delta 60,6, faixa baixa. Com 40% do peso, é onde as duas mais perdem nota. Carteira e Qualidade: as quatro perto de 100.
- Metas cumpridas, entre as metas com nota: Alfa 10 de 11. A Beta, com Nota BSC 96,5, cumpriu 4 de 11.
- Na Alfa, ficou para trás a Nota de qualidade aprovada: 49,48%, logo abaixo da meta. Nota alta não quer dizer todas as metas cumpridas.
- Limites ultrapassados: só com gatilho cadastrado. Gama: 1. Delta: 2. O gatilho só alerta: a tela mostra a ação combinada e não executa nada.
- Recuperado por semana: 4 semanas completas, barras a partir do zero, e a última contra a primeira. Alfa −16%, Delta +7%.
- A dica traz o valor de cada semana. Blocos de 7 dias, contados do fim do período para trás. Maior e menor semana com menos de 5% de diferença: estável.
- Por indicador: o atingimento da meta, indicador a indicador, dos que têm meta e peso na Nota BSC. A célula traz o valor, e a cor compara com a meta.
- Até 3% da meta: igual. De 3% a 10%: melhor ou pior. Acima de 10%: muito melhor ou muito pior. A cor vem sempre com o ícone do sentido.
- Caixa: observado sobre esperado. Já compara com as outras: meta 1,00 = igual às outras. Alfa 1,37, Delta 0,64.
- Valor recuperado e pagamentos recebidos: taxas sobre a custódia, por 30 dias. Delta: 0,78% do saldo recebido em custódia a cada 30 dias. Por ser taxa, a meta serve a qualquer período.
- A Financeira é onde as quatro mais se separam: a Alfa cumpre as quatro metas. Beta, Gama e Delta ficam abaixo da meta em valor recuperado, pagamentos recebidos e títulos pagantes.
- Carteira: a rolagem acordo-neutra quase não separa as quatro, entre 50% e 53%. Quebra de acordo: em maturação. Carteira parada: todas melhor que a meta.
- Processo: títulos com contato perto de 59% nas quatro. A separação está no CPC por acionamento e na promessa cumprida: promessas pagas em até 7 dias, Alfa 47,42%, Delta 25,98%.
- Acionamento, contato e promessa: informados pela assessoria. Pagamento e acordo: do sistema do credor. Contato e promessa contam na Nota BSC e ficam fora do Índice de mérito, que só usa o que o credor verifica.
- Qualidade: a Alfa é a única abaixo da meta, por pouco, e a célula sai como igual. A dica traz valor, meta, atingimento e nota do indicador.
- Clicar numa célula volta à visão Por perspectiva, abre a linha da assessoria e realça o indicador: os títulos pagantes da Delta.
- A linha aberta lista primeiro os indicadores com nota, por perspectiva: valor, meta, atingimento, nota e peso. Delta: 4,04% de títulos pagantes, bem abaixo da meta.
- Peso na perspectiva: quanto o indicador vale dentro da Financeira. Peso no Índice de mérito: traço, porque o índice só usa caixa, rolagem e quebra de acordo.
- Gatilho: o limite cadastrado pelo credor e a ação combinada, aqui alertar. A Delta passou do limite no recorte, e a tela só avisa.
- Eventos: a dica mostra os efetivos e o mínimo para julgar, 60 por padrão. A seta ao lado do nome abre e fecha esta linha.
- Os indicadores sem nota ficam recolhidos em cada perspectiva, com o motivo ao lado. Na Qualidade, os sem fonte. Um clique no resumo abre a tabela.
- No pé do card: a frase das duas réguas e a linha de recorte, com o que foi consultado e em que condições se compara.
- Período: 01/09/2026 a 30/09/2026. Safras de entrega: 10/2025 a 09/2026. Horizonte: 30 dias. Todos os credores, todas as fases.
- O período vale para os eventos do dia, como pagamento, acionamento e promessa. Safra e horizonte valem para o que se mede desde a entrega. A Nota BSC não muda com o horizonte: lê cada indicador na idade da meta.
- 100% do saldo entregue já completou o horizonte. Nota BSC com 83,7% do peso medido: o resto está em maturação ou sem fonte. Com cobertura baixa, a nota descreve só a parte medida.
- Esperado por grupo de fase e saldo no caixa, e por fase e saldo na rolagem: a cesta mais fina em que as outras tinham base para comparar.
- Carteiras comparáveis: maior diferença de composição de 2,05%, limite de 5,00%. Até o limite, a comparação é direta. O link leva à seção Custódia.
- Índice de mérito, aberto no que o compõe: cada ponto é uma assessoria, e a barra é a faixa de confiança de 95%. À direita, número e faixa.
- Esperado: o que as outras assessorias do credor fizeram em cada cesta de fase e saldo, aplicado à carteira desta. O que as outras fariam com a mesma carteira.
- Sempre dentro do mesmo credor. Cesta mais fina: fase na entrega e faixa de saldo. Com menos de 30 eventos das outras, a conta passa a uma cesta mais larga: grupo de fase e saldo, depois só grupo de fase.
- A razão observado ÷ esperado é encolhida conforme os eventos: poucos eventos puxam para 1. Depois é limitada a 1,5 vez, para cima ou para baixo.
- Pesos: caixa 50, rolagem acordo-neutra 25, quebra de acordo 25. Escala de 0 a 100: 100 = 1,5 vez o esperado, 0 = o esperado ÷ 1,5, 50 = igual às outras.
- Só entra indicador com 60 eventos efetivos ou mais e safra madura. Aqui: 2 de 3, com 66,7% no caixa e 33,3% na rolagem.
- Eventos efetivos: o maior entre os eventos dela e os que as outras fariam com a carteira dela. Ir mal não tira o indicador da conta.
- Use a faixa, não só o número. Beta: 41,9 a 57,7. Gama: 26,3 a 43,0. As faixas se cruzam: as duas não estão separadas.
- Caixa: vantagem = observado ÷ esperado. Alfa 1,37, Delta 0,64. A dica mostra o observado e o esperado em reais.
- O caixa conta só o pagamento novo até o horizonte, sem colchão. O gráfico mostra a razão bruta: encolhimento e limite valem só no índice. A faixa é aproximada: conta pagamentos, não o valor de cada um.
- Rolagem acordo-neutra: menos é melhor, vantagem = esperado ÷ observado. As quatro faixas cruzam o 1: nenhuma se separa das outras.
- Rolagem acordo-neutra: títulos que pioraram de faixa de atraso até o horizonte, entre os que podiam piorar. O acordo só zera o atraso quando é quitado.
- Fora do índice nesta consulta: a quebra de acordo, em maturação. Ela olha as três primeiras parcelas dos acordos feitos pela assessoria, com 30 dias de tolerância, e nenhuma completou o prazo.
- A operação própria do credor fica fora: não recebe entrega e cobra fases diferentes. A safra não entra na cesta: quem chegou depois é comparado, na mesma idade, com entregas de outros meses.
- Aqui são quatro assessorias com carteira, e a Épsilon, sem carteira no recorte, fica fora do placar. Com duas, uma contra a outra, com faixa mais larga. Com uma só, não há comparação.
- Sem número, a célula do índice mostra o motivo: sem evidência, sem comparação ou sem indicador no Índice de mérito.
- Sem entrega nas safras escolhidas, o índice não tem o que comparar e a Nota BSC cobre só os indicadores do período. Com mais de um credor, a Nota BSC da linha é a média dos credores, ponderada pelo saldo entregue.
- A leitura é dupla: a Nota BSC mede cada assessoria contra as metas do credor, e o Índice de mérito, contra as outras, com a mesma carteira. Nesta demonstração, a Alfa lidera nas duas.
Neste vídeo
A narração, por escrito
- Logo abaixo do placar e da trilha de seções, vêm os Destaques. É a leitura do placar em uma frase. Nada aqui é calculado à parte: a manchete e as linhas saem dos mesmos números que a tela mostra.
- A manchete segue uma ordem fixa. Primeiro vem o Índice de mérito: se uma assessoria fica acima das outras com a mesma carteira, ela lidera. Sem evidência no índice, a manchete fala da Nota BSC.
- Quando uma assessoria lidera, a frase compara a fatia do caixa que ela recuperou com a fatia da carteira que recebeu. Quando nenhuma se separa, a manchete diz isso, com o maior índice.
- A leitura vem da faixa de confiança do Índice de mérito. Faixa inteira acima de 50 é acima das outras, e faixa inteira abaixo de 50 é abaixo. Faixa que cruza o 50 é na média.
- As pílulas dão o contexto da comparação: quantas assessorias têm carteira, o saldo entregue, as safras de entrega e a data de referência. Se alguma Nota BSC cobrir menos da metade do peso, surge uma pílula de alerta.
- A data de referência é o último dia com pagamento, acionamento ou acordo atribuído a uma assessoria. Não é a data do relógio. Por isso, ela pode ficar alguns dias atrás de hoje.
- Abaixo vêm no máximo quatro linhas. As críticas aparecem primeiro, depois as de atenção, depois as informativas. Elas dizem, por exemplo, quem ficou abaixo das outras, quem não informou acionamento e que meta está mais distante.
- Quando um limite de alerta fica fora do combinado, a linha mostra o valor, o limite e a ação que o credor combinou. O painel não executa nada sozinho.
- Cada linha com seta é um atalho. A que cita uma assessoria filtra a tela por ela, e um segundo clique desfaz. As outras levam à seção que trata do assunto.
- A manchete e as linhas são o mesmo texto que a Môzi recebe quando é aberta neste painel. A assistente parte da mesma leitura que a tela.
- Agora, os Números: oito cartões do conjunto das assessorias mostradas. Na linha de cima está o dinheiro, e na de baixo, as taxas.
- Cada cartão tem a sua base. O entregue vem das safras escolhidas, e o recuperado, o resultado, o custo e a promessa vêm do período. Liquidação, contato e rolagem são medidos no horizonte, contado a partir da entrega.
- A Épsilon, com contrato inativo, está sem carteira no período. Por isso não entra nestes números, nem nos quadros de dinheiro que vêm a seguir.
- Entregue às assessorias é o saldo dos títulos no dia da entrega. Embaixo vêm os títulos e quantas safras tiveram entrega. O título que sai e volta para a assessoria conta de novo, como nova entrega.
- Recuperado no período é tudo o que foi pago em parcela atribuída a uma assessoria. Embaixo aparecem o pagamento novo e o peso do colchão. A Financeira, logo abaixo, abre esse valor por assessoria.
- Resultado líquido é o recuperado menos a comissão. Embaixo aparece quanto ele representa do recuperado.
- O custo por real divide a comissão pelo recuperado, com três casas decimais. Embaixo aparece a comissão em reais. É só comissão: não há tarifa fixa nesta conta.
- Liquidação em 30 dias olha a entrega, não o calendário. É o pagamento novo acumulado até 30 dias, sobre o saldo das entregas que já completaram esse prazo. O colchão fica fora.
- Títulos com contato conta as entregas com pelo menos um contato com a pessoa certa, o CPC, em até 30 dias. A base são as entregas que completaram esse prazo. O contato é o que a própria assessoria informou.
- Cada taxa mostra embaixo o numerador e o denominador. Assim se vê de quantos casos o percentual nasce.
- Promessa cumprida mede as promessas pagas em até 7 dias. Vale o primeiro pagamento do título nesse prazo, antes da promessa seguinte. A promessa feita há menos de 7 dias ainda não entra.
- Rolagem acordo-neutra conta as entregas que pioraram de faixa de atraso até 30 dias, sobre as que podiam piorar. Nela, o acordo só zera o atraso quando é quitado. Aqui, quanto menor, melhor.
- Uma regra vale para o painel inteiro. Travessão quer dizer que não há número. Zero é medida, e nunca ocupa o lugar da ausência.
- Sem entrega nas safras escolhidas, ou sem entrega que já tenha completado o horizonte, liquidação, contato e rolagem não têm o que medir. Nesses cartões, o travessão vem com o motivo escrito embaixo.
- A cor do cartão não diz bom nem ruim. As cores de identidade pertencem às assessorias, e cada uma mantém a sua em todos os quadros.
- Cada cartão também é um atalho. Um clique leva à seção que detalha aquele número, e a seção Financeira é a próxima.
- Cada quadro tem um ponto de interrogação no canto. Ele abre a ajuda do painel: o que o quadro mostra, como é calculado, as ressalvas e o que fazer.
- A ajuda traz a imagem do próprio quadro, tirada quando ela abre. Fechada a ajuda, a tela continua exatamente como estava.
- Ao lado do ponto de interrogação fica um x. Ele tira o quadro da tela, e o quadro volta pelo menu de três pontos, no alto do painel.
- Começa a Financeira. Ela mostra quanto cada assessoria recupera por idade da entrega, quanto disso é pagamento novo e quanto é colchão. Mostra também quanto custa cada real, e quanto foi concedido de desconto.
- Ao lado do título, o botão Seções volta ao placar e à trilha de seções. Ele se repete no alto de cada seção, daqui em diante.
- A curva tem uma fonte, e as barras e a tabela têm outra. Se uma fonte falta ou demora, só os quadros dela mostram o aviso, e os outros continuam de pé.
- O primeiro quadro é a liquidação por idade da entrega. O eixo horizontal conta os dias desde a entrega, e o vertical mostra o pagamento novo acumulado, em percentual do saldo entregue.
- De onde vem o pagamento? Da parcela paga, carimbada na baixa com a assessoria que tinha o título no fim da véspera. O carimbo fica gravado e não muda depois.
- A regra é por dia, e não por hora. Assim, o pagamento da madrugada não vai para quem acabou de receber o título. O pagamento feito no próprio dia da entrega conta para quem tinha o título antes.
- Pagamento novo é tudo o que não é colchão. Colchão é a parcela de um acordo fechado antes da entrega, pelo credor ou por outra assessoria. Ela entra no caixa, mas não é mérito de quem recebeu o título.
- Vale mesmo que esse acordo seja cancelado depois. E se a própria assessoria fez o acordo numa custódia anterior do mesmo título, a parcela conta como pagamento novo dela.
- Em cada idade, a conta usa só as entregas que já chegaram àquela idade. O pagamento novo acumulado delas é dividido pelo saldo entregue delas mesmas.
- A entrega que sai por decisão do credor, ou sem motivo registrado, deixa a conta no dia da saída. A saída provocada pela assessoria fica na conta, com o pagamento novo zerado dali em diante. A entrega quitada até a saída segue na conta, como sucesso.
- A linha tracejada marca o horizonte escolhido no filtro, e a legenda traz o número de cada uma nesse ponto. É a mesma conta do cartão Liquidação em 30 dias, aberta por assessoria.
- Em 30 dias, a Alfa liquidou 1,35% do saldo entregue, e a Beta, 1,12%. A Gama ficou em 0,96%, e a Delta, em 0,77%.
- Em todo o painel, o nome da assessoria é um botão. Um clique filtra a tela por ela, e um segundo clique no mesmo nome desfaz. O filtro só recorta o que se mostra: o Índice de mérito segue calculado contra todas.
- Sobre um ponto, a dica mostra o valor em reais, o saldo que serve de base e quanto das entregas já chegou àquela idade.
- Se aparecer um ponto vazado, a medida é parcial: menos de 99% das entregas chegaram àquela idade. O valor é o da parte que já chegou.
- Compare as linhas sempre na mesma idade. A curva é o observado, sem ajuste pela composição da carteira. A comparação com a mesma carteira é o trabalho do Índice de mérito.
- No painel Safra / Liquidação, a curva da entrega soma também o colchão. Por isso, o percentual de lá sai um pouco maior que o daqui.
- Logo abaixo vem o tempo até o primeiro pagamento novo. Entre os títulos que pagaram até o horizonte, a tabela mostra em quantos dias metade pagou, e em quantos dias 75% pagaram.
- A Alfa teve 1.010 títulos pagantes, e a Beta, 514. A Gama teve 344, e a Delta, 200.
- Metade pagou em até 15 dias na Alfa, na Gama e na Delta, e em 16 na Beta. 75% pagaram em até 22 dias, nas quatro.
- Nas quatro, o prazo até o primeiro pagamento é parecido. A diferença aparece em quanto do saldo voltou, na curva acima.
- Conta só o primeiro pagamento novo de cada título, e o colchão não entra. Se a safra ainda não completou o horizonte, a assessoria vem marcada como parcial.
- Para ver a curva por mês de entrega, este botão abre o painel Safra / Liquidação. Ele abre sem filtro, e o recorte é escolhido lá.
- Ao lado está o recuperado no período. Cada barra empilha as assessorias, semana a semana, e soma o pagamento novo e o colchão. É o mesmo recuperado que os outros painéis do modo credor mostram.
- As semanas são blocos de 7 dias, contados de trás para frente a partir do fim do período. Por isso o bloco mais antigo pode ser parcial, e leva um asterisco.
- Aqui, o primeiro bloco vai só de 01/09 a 02/09, e leva um asterisco. O último, de 24/09 a 30/09, leva dois asteriscos: pode estar incompleto, porque o período termina na data de referência.
- Sobre uma barra, a dica mostra o recuperado daquela assessoria na semana, e quanto dele é colchão.
- Embaixo do gráfico fica o total de cada uma no período. A Alfa trouxe R$ 297,8 mil, e a Beta, R$ 154,8 mil.
- A Gama trouxe R$ 106,9 mil, e a Delta, R$ 63,4 mil. As barras estão em reais, sem dividir pelo saldo que cada uma recebeu. Essa divisão é a da curva ao lado.
- O alternador troca a semana pelo dia. Mas dia a dia engana: há dias da semana com muito mais contato e pagamento.
- No modo Dia, os rótulos que não cabem somem, um sim, outro não. O último dia pode ficar sem rótulo: os ** da nota valem para ele, que pode não ter fechado.
- De volta à semana, que é a leitura recomendada. Uma queda nos últimos dias não é tendência: pode ser só o dia que ainda não fechou.
- Por fim, vem a tabela de custo, resultado, desconto e tíquete. Ela tem uma linha por assessoria e o total no pé. A unidade de cada coluna fica no cabeçalho.
- A Alfa recuperou R$ 297,8 mil no período. Desse valor, R$ 4,7 mil são colchão, 1,6%. O resto, R$ 293,1 mil, é pagamento novo.
- A barra fina dentro da célula compara o recuperado de cada assessoria com o da que mais trouxe, na cor de cada uma.
- No total, o colchão é R$ 10,5 mil, 1,7% do recuperado. Ele entra no caixa e paga comissão, mas não é resultado novo da assessoria.
- A comissão segue a grade do contrato de cada assessoria. A faixa é a do atraso do título no dia da entrega, e cada faixa tem um percentual para pagamento novo e outro para colchão.
- O percentual é aplicado a cada pagamento, sem arredondar no caminho. A grade usada é a do cadastro no dia do cálculo, e não a que valia na entrega. Se a grade mudar, o cálculo seguinte já usa a nova.
- A comissão da Alfa foi de R$ 38,8 mil, ou R$ 0,130 por real recuperado. Beta e Delta ficam em R$ 0,127, e a Gama, em R$ 0,122.
- Com a mesma grade, essa diferença vem da fase dos títulos que pagaram, e não de eficiência. Custo por real menor não quer dizer assessoria melhor.
- Um clique no custo por real abre a comissão por faixa de atraso na entrega. Faixa a faixa, aparecem os percentuais da grade, os títulos, o valor pago e a comissão.
- Atenção ao recorte. O detalhe soma o que as entregas das safras escolhidas renderam, da entrega até a data de referência. Não é o período consultado, e só fecha com a linha de cima quando o período cobre todas as safras.
- Cada linha diz de onde vem o custo: qual faixa de atraso paga mais comissão, e sobre quanto recuperado.
- Um novo clique no mesmo número fecha o detalhe. A tabela volta à visão por assessoria, no período consultado.
- O resultado líquido vem em destaque, porque é a coluna que se lê primeiro. Para a Alfa, são R$ 258,9 mil. No total, R$ 543,3 mil.
- O desconto concedido é a renúncia do credor nos acordos que a assessoria fechou no período. Ele vem em reais e como percentual do valor negociado.
- Nos acordos da Alfa, o desconto somou R$ 65,8 mil, 19,7% do valor negociado. Na Gama e na Delta, passa de 21%.
- O desconto aparece ao lado, e nunca é subtraído do recuperado. O recuperado já é o valor com desconto, e subtrair de novo contaria a renúncia duas vezes.
- Desconto por real divide o desconto concedido pelo recuperado. Na Alfa, são R$ 0,221 por real recuperado, e na Delta, R$ 0,240.
- O desconto vem dos acordos fechados no período. O recuperado vem dos pagamentos do período, que podem ser de acordos mais antigos.
- Pagamentos conta as parcelas pagas no período. O tíquete do pagamento é o recuperado dividido por elas: R$ 282,24 na Alfa e R$ 310,62 na Delta.
- Acordos conta os que a assessoria registrou no período, mesmo que algum seja cancelado depois. O tíquete do acordo é o valor acordado dividido por eles: R$ 1.154,32 na Alfa e R$ 1.460,58 na Delta.
- A Delta tem o maior tíquete de acordo e também o maior desconto por real. Vale ler os dois números juntos.
- Os números com ícone de lista abrem os títulos por trás deles. A lista de Pagamentos vale desde a entrega, não só no período, e a de Colchão traz os entregues com acordo em andamento.
- No painel Financeiro — Caixa Realizado, a comissão da empresa é a gravada em cada parcela paga, e dá outro número. Aqui vale a grade contratada com a assessoria.
- No total, as quatro recuperaram R$ 622,9 mil, a R$ 0,128 de comissão por real. Nos acordos delas, o desconto somou R$ 140,0 mil, 20,0% do negociado.
- Essa é a leitura do dinheiro. A seguir, a Carteira mostra o que aconteceu com os títulos que cada assessoria recebeu.
Neste vídeo
A narração, por escrito
- Seção Carteira: cada assessoria está dentro da cota, da capacidade, do piso e do teto? E a carteira entregue: fica parada, piora de faixa de atraso, cura ou sai da custódia sem recuperação?
- Contrato contra realidade. Barra cheia: fatia do saldo entregue. Barra hachurada: fatia do recuperado. Traço vertical: cota contratada.
- Cota: a configuração de hoje do credor, sem histórico. Fatia entregue: saldo entregue a ela nas safras escolhidas ÷ saldo entregue a todas.
- Fatia recuperada: recuperado por ela no período ÷ recuperado por todas, colchão incluído. O pagamento conta para quem tinha o título no fim da véspera.
- ALFA: cota 40,0%, recebeu 40,0% do saldo e trouxe 47,8% do recuperado: +7,8 p.p.
- DELTA: recebeu 15,0% e trouxe 10,2%, −4,8 p.p. BETA: −0,1 p.p. GAMA: −2,8 p.p.
- Fatia recuperada acima da entregue: rendeu mais que a parte recebida. Bases diferentes: contrato, safras e período. Os denominadores usam todas as assessorias do credor, mesmo com filtro.
- A cota vale por fase. Em cada fase com cota: a cota contratada e a fatia do saldo entregue de fato. Contrato contra entrega, fase a fase.
- 361 a 720 dias: ALFA cota 40,0%, entregue 40,6%. DELTA cota 15,0%, entregue 14,0%. 721 dias ou mais: as quatro praticamente na cota.
- Em fase sem cota contratada: 10.473 títulos em custódia, R$ 18,2 milhões de saldo na entrega, 33,5% do saldo em custódia.
- Nesta base, são as fases de até 360 dias, sem cota. Com distribuição por devedor, um título de outra fase pode chegar junto com os demais do mesmo devedor: não é erro de distribuição.
- Capacidade não é cota: capacidade é quanto a assessoria aguenta, cota é o que o credor dá a ela em cada fase. As duas são a configuração de hoje, sem histórico.
- Uso = títulos em custódia na data de referência ÷ capacidade em títulos. ALFA: 13.182 de 100.000 = 13,2%.
- Piso e teto: limites de participação do contrato, comparados com a fatia do saldo em custódia. ALFA: 40,0%, entre 10,0% e 45,0%. Dentro do piso e do teto.
- Ressalva: no contrato, piso e teto são percentuais do distribuído em cada rodada. A base da tela é outra e aparece ao lado, na coluna da fatia. Fora da faixa: “Abaixo do piso” ou “Acima do teto”.
- Contrato e vigência: a vigência não recorta o painel. A capacidade é do contrato: custódia, uso e fatia somam todos os credores, mesmo com filtro de credor.
- EPSILON: contrato inativo. Uso “—”, sem julgamento por piso e teto. Sem carteira no período: fora de rankings e gráficos, com cotas inativas de 15,0% e 30,0%.
- A tela mostra, não redistribui: nada aqui move carteira ou muda cota. A diferença entre fatia entregue e fatia recuperada serve à conversa de redistribuição.
- Carteira parada: dos títulos em custódia com saldo, quantos estão há mais de 15 dias sem acionamento. Acionamento é o que a assessoria informou, com ou sem contato.
- Dias sem acionamento: do último acionamento da assessoria, ou da entrega, até a data de referência. Taxa = parados ÷ títulos em custódia com saldo. Sem parcela em aberto é resolvido, não parado.
- Barra: taxa parada contra a meta do credor, quanto menos melhor. Se a maior e a menor taxa distam menos de 2 p.p., ou a diferença cabe no acaso, a barra dá lugar a uma frase com os números.
- Por dias sem acionamento: até 15, e parado acima disso. Nunca acionado: sem nenhum acionamento da assessoria desde a entrega. Passado o limite, também conta como parado.
- Regra do painel: todo número com o ícone de lista, como Parados, abre os títulos por trás dele.
- Estoque na data de referência: não muda com período nem horizonte. Limite de 15 dias: padrão do produto. Quem só reporta pelo histórico do título fica “Sem fonte”, nunca 100% parada.
- Atenção: no painel Qualidade & Contato, sem toque em 12 meses conta títulos sem nenhum toque em um ano, pela assessoria atual. É outra medida, não a carteira parada.
- Rolagem e cura: duas medidas de piora, a rolagem acordo-neutra da safra de entrega e a Migração de Atraso, e a cura por pagamento no horizonte do filtro, 30 dias.
- Acima de 360 dias na entrega já é a última faixa: sem para onde piorar, fica fora da taxa. ALFA: 9.021 dos 13.182 entregues.
- No conjunto: 22.571 títulos, 68,4% dos entregues, já passavam de 360 dias. Só 10.444 podem rolar: a taxa é calculada sobre eles.
- Rolagem acordo-neutra = rolaram ÷ podem rolar. Rolou: faixa pior no horizonte, ou saída por causa atribuível à assessoria. Atraso pela obrigação aberta mais antiga: o acordo só zera o atraso quando é quitado.
- Liquidado não rola. Saída por decisão do credor ou sem motivo registrado, até o horizonte, sai do numerador e do denominador.
- ALFA: 2.187 de 4.161 = 52,56%. A menor é a da DELTA, 50,82%. Conjunto: 52,01%. Por esta medida, as quatro quase não se separam.
- Vantagem sobre o esperado = esperado ÷ observado. Acima de 1: rolou menos que as outras com a mesma carteira. ALFA 1,01. GAMA 0,98.
- Mesmo número do quadro do Índice de mérito, que junta caixa, rolagem acordo-neutra e quebra de acordo. Embaixo, a cesta em que o esperado foi calculado.
- Cura por pagamento: entregues em atraso que estavam em dia, ou sem obrigação em aberto, no horizonte, com pagamento atribuído até lá. ALFA: 83 de 11.892 = 0,70%.
- BETA, GAMA e DELTA: 35, 26 e 20 curas, abaixo do mínimo de 60 eventos. No lugar da taxa, o selo “Sem evidência”. Regra do painel: sem evidência é resposta, não zero.
- Cada célula: rolagem acordo-neutra dos títulos daquela faixa de atraso na entrega. Referência da coluna: o conjunto das assessorias, inclusive a da linha.
- Referência, o conjunto das assessorias: rolagem de 92,60% na faixa de 1 a 30 dias e de 10,99% na de 181 a 360 dias.
- Compare dentro da coluna. Até 3% de diferença relativa para a referência: igual, em cinza. Acima de 10%: muito pior ou muito melhor.
- De 3% a 10%: pior ou melhor. A diferença que cabe no acaso também é igual. O ícone repete o sentido: a cor nunca vai sozinha.
- DELTA, 91 a 180 dias: 29,55% contra 23,96% do conjunto, muito pior. Célula com menos de 60 títulos fica sem cor: base pequena.
- Migração de Atraso: o estoque nas duas últimas fotos da carteira, por assessoria na foto inicial, na régua em que o acordo novo cura. É o número do painel Migração de Atraso.
- Taxa = pioraram ÷ títulos ativos da assessoria na foto inicial, inclusive os que já passavam de 360 dias.
- Foto de 07/10/2026 contra a do dia anterior. Na foto inicial, 32.625 títulos das quatro. O conjunto rolou 10,5%.
- Sem fase nem horizonte. Vale a foto elegível mais recente, não a data de referência. O ícone da linha abre o painel Migração de Atraso com a assessoria no filtro. O link abaixo abre o painel com a matriz completa.
- Não se comparam número a número: população, janela, régua e denominador diferentes. Podem apontar para lados diferentes. Acordo-neutra: mérito, entra no Índice de mérito. Migração de Atraso: número de operação do painel vizinho.
- Cada entrega tem um só desfecho no horizonte: liquidada, em custódia, saída da custódia ou em maturação. A saída tem três motivos: provocada pela assessoria, decisão do credor ou sem motivo registrado.
- Mais de 99% do entregue permanece em custódia nas quatro: as barras mostram só o que foi liquidado ou saiu, na escala da maior. O que permanece está escrito sob cada barra.
- ALFA: Liquidado 91, 0,13% do saldo. Permanece em custódia 13.091, 99,87%. Liquidados: BETA 45, GAMA 30, DELTA 27.
- Alternador “Títulos”: barras e percentuais passam a contar títulos, e não o saldo na entrega.
- Liquidado, aqui: título sem parcela em aberto, com pagamento desde a entrega. A Liquidação dos cartões de números é outra conta: pagamento novo ÷ saldo entregue.
- Saída da custódia sem recuperação: saldo que saiu por causa atribuível à assessoria, sem liquidação ÷ saldo entregue que completou o horizonte, sem as saídas que não são dela. Nas quatro: sem evidência, nenhum evento, mínimo de 60.
- Hoje a troca de custódia não registra o motivo: nenhuma saída pode ser classificada como provocada. Saída por decisão do credor ou sem motivo não conta contra a assessoria e sai da base.
- Os segmentos de liquidado e de saída abrem a lista dos títulos. O sinal que antecede a saída da custódia é a carteira parada.
Neste vídeo
A narração, por escrito
- Relógio da assessoria: quanto tempo cada assessoria leva da entrega ao primeiro toque, ao contato com a pessoa certa (CPC) e ao caixa. Nada daqui entra na Nota BSC nem no Índice de mérito.
- Contado da entrega: este ambiente não registra o envio da carteira à assessoria. A entrega é o marco zero.
- Regra do painel: toque, contato e promessa são o que a assessoria informa, e um SMS automático informado conta como toque. Acordo e pagamento vêm do sistema do credor.
- O toque só conta quando quem o informou tinha o título naquele instante. Acionamento só pelo histórico do título, ou ninguém informando: Sem fonte. Sem fonte não é zero, é ausência de medida.
- O relógio lê as entregas das safras escolhidas, de 10/2025 a 09/2026. Nem o período consultado nem o horizonte mudam estes números.
- A régua do relógio: uma linha por assessoria, da que toca metade da carteira mais cedo à mais tarde. Embaixo, o conjunto das assessorias do recorte, mesmo com o filtro ligado.
- A frase só afirma uma diferença quando a mais lenta leva 1,5 vez o tempo da mais rápida e pelo menos 24 h a mais, com 60 entregas ou mais e a coorte completa. Fora disso, dá o intervalo entre a primeira e a última, ou o mesmo tempo.
- Entregas: cada vez que um título chega a uma assessoria, nas safras escolhidas. É a base dos tempos e das taxas da linha.
- Metade, 75% e 90% da carteira tocadas em: não é a média de quem foi tocado. A entrega nunca tocada conta como não alcançada.
- Horas corridas desde o instante da entrega: noite, fim de semana e feriado contam. Até 48 h, em horas. Acima, em dias.
- Primeira semana: medida de hora em hora. Depois, de 6 em 6 horas até 30 dias, com o tempo interpolado dentro do intervalo.
- Régua de 0 a 30 dias: o ponto é a metade da carteira, a marca curta 75% e o traço vai até 90%. O conjunto aparece como anel.
- Em 24 h e em 72 h: a parte da carteira tocada antes de completar 24 e 72 horas corridas.
- Até o 7º dia: dias de calendário, o dia da entrega é o dia 0. É o mesmo número de Primeiro acionamento em 7 dias, no Processo.
- Uma conta por nome: horas corridas e dias de calendário são relógios diferentes, e 168 horas não é o 7º dia. Não compare um ponto em horas com um ponto em dias.
- Sem toque, em custódia: títulos que a assessoria ainda tem e nunca acionou desde a entrega. O número abre a lista dos títulos.
- Embaixo, o saldo desses títulos na entrega, não o de hoje. A fila são títulos da assessoria sem nenhum acionamento informado por ela até a data de referência.
- Acima de 30 dias: observada até o fim, não chegou ao ponto. Em maturação: a safra ainda não chegou lá.
- Parcial: nem todas as entregas chegaram ao ponto, e o número ainda vai mudar. Base pequena: menos de 60 entregas.
- Saída por decisão do credor ou sem motivo registrado: deixa a conta na saída. Saída provocada pela assessoria: fica na conta, e o título recolhido sem toque conta como falha.
- Curva do primeiro toque: de hora em hora, nas primeiras 72 horas, a parte da carteira já tocada. A linha tracejada é o conjunto das assessorias.
- Eixo de 0 a 100%. Horizontais: metade da carteira e 90%. Verticais: 24 h e 72 h.
- Cada ponto: entregas tocadas ÷ entregas observadas até ali. Ponto vazado: menos de 99% das entregas chegaram ao ponto.
- A legenda resume cada linha com os pontos da régua: a parte tocada em 24 h e em 72 h.
- Janela de 30 dias: dias de calendário, o dia da entrega é o dia 0. A vertical marca o 7º dia, e a legenda resume o 7º e o 30º dia.
- A dica traz a parte tocada e quantas entregas isso representa. No 7º dia, o mesmo número da régua e do Processo.
- Primeiro CPC: a curva passa ao primeiro contato com a pessoa certa. No 7º dia, o mesmo número de Primeiro CPC em 7 dias, no Processo.
- CPC: acionamento informado com ocorrência que o credor marca como contato com a pessoa certa. Sem essa marca, conta como toque, não como CPC.
- Todo CPC é também um toque: esta curva nunca passa da curva do toque. A distância entre as duas é a carteira tocada que ainda não chegou à pessoa certa.
- CPC nas primeiras 72 horas, de hora em hora: quem chega à pessoa certa ainda na arrancada.
- De volta ao primeiro toque. Um clique numa linha ou num nome filtra a tela inteira pela assessoria.
- Da entrega ao caixa: a escada de marcos. Primeiro toque, primeiro CPC, primeiro acordo e primeiro pagamento novo.
- O ponto: o dia em que metade das que chegaram ao marco já tinha chegado. O traço: até o dia em que 75% chegaram.
- Chegaram em 30 dias: o alcance, em percentual e em número. Tempo curto com alcance pequeno: poucas chegaram, e rápido.
- Dias de calendário. Acordo: de quem o fez. Pagamento novo: de quem tinha o título na véspera, sem o colchão.
- Toque e CPC dependem do que a assessoria informa. Acordo e pagamento, não: sem fonte de acionamento, só os dois primeiros degraus ficam sem número.
- Primeiro toque, metade chegou em: Alfa 2 dias, Beta 4, Gama 7, Delta 8.
- 75% chegaram em: Alfa e Beta 11 dias, Gama e Delta 14. Conjunto: metade em 4 dias, 75% em 11.
- Primeiro CPC: as quatro empatam, metade em 11 dias e 75% em 21. A diferença do toque não aparece no tempo até a pessoa certa.
- Primeiro acordo, metade em: Alfa, Beta e Gama 15 dias, Delta 14. 75%: Alfa, Beta e Gama 22 dias, Delta 21.
- Primeiro pagamento novo, metade em: Alfa, Gama e Delta 15 dias, Beta 16. 75% em 22 dias nas quatro.
- 6 dias separam Alfa e Delta no primeiro toque. No primeiro pagamento, a maior distância é de 1 dia. O relógio não mede o caixa: não conclua que a mais rápida recupera mais.
- O tempo é só de quem chegou ao marco: leia ao lado do alcance. Tempos de marcos diferentes não se somam: cada marco tem a própria população.
- No primeiro pagamento novo, o mesmo número do quadro Tempo até o primeiro pagamento novo, na Financeira, com o horizonte em 30 dias.
- Mapa da arrancada: em que dia caiu o primeiro toque de cada entrega. Cada linha soma 100% das entregas da assessoria.
- D0 é o dia da entrega, D1 o seguinte, até D14. Depois: do dia 15 ao 30, 'depois de 30' quando houver, e nunca.
- A cor compara só D0 a D14: mais forte, maior a fatia. '15 a 30' e 'nunca' vêm só com o número: na mesma escala, o bloco de 16 dias seria sempre o mais escuro.
- Cor concentrada no começo: a assessoria arranca. Espalhada até a segunda semana: ela demora.
- Nunca: sem toque até a data de referência, ou até a véspera da saída. Safra com menos de 30 dias: inclui entregas que ainda podem ser tocadas.
- Uma casa decimal: são fatias que somam 100%. A dica mostra a fatia e o número de entregas.
- Processo: do acionamento ao pagamento, onde cada assessoria perde o devedor, e quanto produz cada negociador.
- Do acionamento ao pagamento: linhas são etapas, colunas são assessorias. A primeira linha: acionamentos do período, em número.
- As demais etapas, por 100 acionamentos: atendidas, CPC, promessas, acordos e pagamentos novos.
- Atendida e CPC: pela marca da ocorrência do credor. Promessa: acionamento com data de promessa. Acordo: de autoria da assessoria, no dia do registro. Pagamento novo: sem o colchão.
- A barra compara as assessorias dentro da etapa: cada linha tem a própria escala.
- A dica traz o número do período e a passagem da etapa anterior, quando não passa de 100%.
- Não é funil estrito: pagamento não exige promessa nem acordo no período. Procure a etapa em que uma assessoria se separa das outras.
- Contato e promessa: as taxas de cada assessoria contra o conjunto das assessorias, na linha de referência.
- CPC por acionamento, promessas por CPC e promessa cumprida: do período consultado, de 01/09 a 30/09/2026.
- Vêm das safras de entrega. Títulos com contato (CPC): horizonte de 30 dias. Primeiro acionamento e primeiro CPC em 7 dias: entregas que completaram 7 dias, e a não tocada conta como falha.
- Promessa cumprida: pagamento do título em até 7 dias, antes da promessa seguinte, sobre as promessas feitas há 7 dias ou mais.
- No Dashboard de Promessas a taxa é de 30 dias e inclui promessas sem prazo completo. Aqui, 7 dias, só as completas: não é o mesmo número.
- Cor de melhor ou de pior só quando a diferença para o conjunto passa do que o acaso explica. Cinco degraus, de muito pior a muito melhor, com cinza no meio. Desvio de até 3%: igual.
- O ícone repete a leitura da cor. Célula esmaecida, sem cor: base pequena, menos de 60 casos no denominador.
- A dica mostra o numerador e o denominador da taxa. Na base pequena, avisa antes quantos casos havia.
- Acionamentos por mil títulos-dia: informativo, sem cor. Sem classificação: acionamentos sem ocorrência reconhecida pelo credor, e menos é melhor.
- Coluna zerada em todas as assessorias não aparece: uma nota avisa, como 'Todos os acionamentos do período chegaram com ocorrência classificada.'
- Não reportado: tem carteira, não informou, e outra informou. Vale zero na Nota BSC. Sem fonte: não é medido, e não vale zero.
- As taxas de contato e de promessa são indicadores da perspectiva Processo: contam na Nota BSC conforme a meta e o peso do credor. Ficam fora do Índice de mérito: quem as informa é a assessoria.
- A referência usa todas as assessorias do recorte, mesmo com o filtro ligado. Primeiro acionamento em 7 dias é fato medido, não prazo contratado.
- Atalhos: Qualidade & Contato, para a insistência por título. Dashboard de Acionamentos, para o detalhe por canal e ocorrência.
- Negociadores: uma linha por negociador, com acionamentos, atendidas, CPC, taxa de CPC e promessas do período.
- O negociador é o operador que a assessoria informa, pelo login que ela envia. É a única leitura abaixo da assessoria, direto da tabela de acionamentos.
- O total só bate com o funil quando todo acionamento informado cai na custódia de quem informou.
- Clique no cabeçalho ordena, sem gravar. Taxa de CPC: a parte dos acionamentos do negociador que virou contato com a pessoa certa.
- Totais do período, nunca por dia. O filtro de fase não recorta este quadro.
- O relógio mostra o ritmo. O processo, o caminho até o caixa. A seguir: qualidade e conformidade.
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A narração, por escrito
- Qualidade e conformidade. Este bloco mostra a Nota de qualidade das análises feitas sobre os acionamentos de cada assessoria e, à parte, o que ainda não tem fonte de dados.
- Cada análise está ligada a um acionamento que a assessoria informou. Só entra acionamento com contato com a pessoa certa, o CPC. A análise conta para a assessoria daquele acionamento, no dia em que ele aconteceu.
- Análises é o tamanho da amostra. Cobertura = análises ÷ CPC do período: a parte desses contatos que foi de fato avaliada.
- Nota média = soma das notas ÷ análises. Aprovadas = análises com nota 70 ou mais ÷ análises. Ao lado do percentual, ícone e texto dizem: na meta ou abaixo da meta.
- Leia como indício, não como auditoria: a amostra é pequena, não foi sorteada e não tem gravação. Com poucas análises, a diferença entre duas assessorias pode ser acaso.
- A coluna Meta traz a meta de aprovadas. É essa comparação que entra no placar, na perspectiva Qualidade e conformidade. A nota média é contexto e fica fora da Nota BSC.
- Total: junta as assessorias da tela e refaz as taxas sobre a soma. Quando a nota não pode ser julgada, a célula de Aprovadas mostra o selo do estado, como Sem evidência, no lugar do percentual.
- Fontes ainda não conectadas: os indicadores do catálogo que este ambiente ainda não mede. Cada um diz o que mediria e o que falta ligar, como gravação sorteada, reclamações e pesquisa de satisfação.
- Sem fonte não é nota zero: o indicador não é medido. Se ele tem peso, a cobertura da Nota BSC mostra que essa parte ficou de fora.
- Gravação entregue: a lista mostra quantos acionamentos chegaram com gravação. O indicador continua sem fonte, porque ainda não há sorteio de ligações.
- Churn é a perda do cliente do credor depois da cobrança. Este painel ainda não o mede: depende de dado do sistema do credor. Não confunda com a saída da custódia sem recuperação, na seção Carteira.
- Custódia: se as carteiras são comparáveis, quem recebeu o quê e quando, e para onde foi o que saiu. Tudo vem das janelas de custódia, que registram com qual assessoria o título esteve, de tal dia a tal dia.
- O primeiro quadro diz se a comparação do placar é justa: quanto a carteira entregue a cada assessoria difere, na composição, da entregue às outras.
- Padrão: grupo de fase × faixa de saldo, em saldo entregue. Índice = metade da soma das diferenças de participação de cada estrato entre a carteira dela e a das outras. 0% = composição idêntica.
- Limite: 5%, ou o dobro do acaso em carteira pequena. Até o limite: Homogênea. Acima: Diferente das outras, e a diferença de resultado pode ser de carteira.
- Em saldo, o acaso usa o tamanho eficaz: saldo concentrado em poucos títulos vale como carteira menor. Maior diferença: o estrato mais distante, em p.p.
- O Índice de mérito já compara dentro de fase e saldo. A Dimensão mostra se produto, UF e tipo de pessoa também estão equilibrados. Na UF, vale o endereço de hoje do cliente.
- A Medida troca o saldo na entrega pela contagem de títulos. A referência são sempre as outras assessorias do mesmo credor, mesmo com o filtro ligado. Só entram safras que o placar guarda inteiras.
- Entrada = início de uma janela, no dia da entrega. Saída = fim da janela ou devolução do título ao credor, o que vier primeiro.
- Com 8 dias ou mais de movimento: gráfico, entradas acima do zero e saídas abaixo, com o alternador Títulos | Saldo na entrega. Com mais de 60 dias, cada barra junta 7 dias. Com menos de 8 dias: a tabela Movimentos por data.
- O saldo é sempre o da entrega, também na saída. A contagem é de janelas: o título que saiu e voltou conta duas vezes.
- Este quadro não segue o período consultado: vai da primeira safra de entrega escolhida até a data de referência. Não tem fase: o filtro de fase não o recorta.
- De quem para quem. Linhas: de onde o título saiu. Colunas: para onde foi. Operação própria é a cobrança do próprio credor. Assessoria fora do filtro aparece como Outra assessoria.
- Com saída de uma assessoria, um clique no número lista os títulos. Saída que não foi para outra assessoria aparece como Operação própria ou devolvido. A nota abaixo separa as saídas por motivo e conta as que saíram com o título liquidado.
- Régua, mérito e devolução ao credor: decisão do credor. Troca manual, pela ficha ou por lote: sem motivo registrado. Nenhuma saída aparece como provocada pela assessoria: nenhuma troca é registrada ainda como recolhimento.
- Mesmo devedor em mais de uma carteira: na data de referência, os devedores de cada assessoria e quantos também têm título na operação própria do credor ou em outra assessoria.
- O devedor é a ficha do cliente no sistema: duas fichas com o mesmo documento contam como dois. Devedores não se somam entre assessorias, por isso não há linha de total.
- Devedor atendido por duas frentes pode pagar numa e o resultado aparecer na outra. Havendo devedor em comum, uma linha abaixo mostra o par. Sobreposição alta pede distribuição por devedor, não por título.
- Títulos: nada é consultado sozinho. A lista aparece depois de um clique num número com o ícone de lista.
- Exemplo: os títulos parados de uma assessoria. A lista chega filtrada no servidor pela assessoria e pelo critério do número, com o credor e as fases do momento do clique.
- Uma linha por entrega de título a uma assessoria: o mesmo título pode aparecer mais de uma vez. Sem nome nem documento, só o código do cliente.
- Abrir ficha abre o título em outra aba, com as permissões da ficha. Veio de e Foi para: de quem a assessoria recebeu o título e para quem ele foi.
- As colunas do horizonte usam o horizonte do clique: aqui, 30 dias. O pago, separado em novo e colchão, vai até a data de referência. Saldo e atraso na entrega são a foto do dia da entrega.
- Exportar a grade: planilha com o que a grade mostra, nos filtros e na ordem dela, mais as faixas de atraso pela regra contábil, ocultas na tela. O nome do arquivo traz o critério e a data de referência.
- A grade tem linha de filtro, filtro no cabeçalho, ordenação por várias colunas e paginação. Fechar recolhe a lista e devolve o bloco ao estado inicial.
- Metodologia: texto montado com os parâmetros em vigor neste ambiente e nesta consulta. Leia antes de apresentar o placar a uma assessoria.
- A seção abre com as duas notas e os estados de um indicador. Depois vêm a atribuição, a lista de indicadores e a regra de cada medida, até os parâmetros em vigor.
- De quem é cada número. Pagamento: da assessoria que tinha o título na véspera. Acordo e boleto: de quem os fez. Acionamento: o que a assessoria informou.
- Safra e custódia: da assessoria que recebeu a entrega. Carteira parada: de quem tem o título na data de referência. A operação própria do credor não entra na comparação.
- Indicador por indicador: regra de cálculo, fonte e atribuição. A fonte é o sistema do credor ou o que a assessoria informa. O indicador sem fonte diz isso.
- Regra do painel inteiro: ele mede e mostra, não decide nem age. Não mexe em cota, não recolhe carteira e não executa gatilho.
- O painel não guarda o histórico das notas: a cada cálculo, o placar é refeito por inteiro, a partir das fontes.
- Parâmetros em vigor: data de referência, hora do cálculo e os padrões do produto, como 60 eventos para julgar, 15 dias para a carteira parada e nota 70 para aprovar.
- Metas e pesos: o que o credor cobra de cada indicador. Meta, pesos e gatilho, com o registro de quem alterou e quando.
- Só quem tem a permissão de editar metas e pesos vê os campos abertos. Os demais leem a mesma tabela, com o aviso de somente leitura.
- Nível: para quem vale a meta. 'Todas as assessorias' é a meta do credor. A meta de uma assessoria, quando existe, vence a do credor.
- No nível de uma assessoria, só meta, gatilho e ação se editam. Pesos e Usar são sempre do credor, para as notas continuarem comparáveis.
- De volta ao nível do credor: os indicadores agrupados nas quatro perspectivas, cada uma com o seu peso na Nota BSC.
- Financeira: 40% da Nota BSC. Dentro dela, o peso de cada indicador é relativo à soma dos pesos da perspectiva. Sem peso gravado pelo credor, vale o padrão do catálogo.
- Caixa: observado sobre esperado. Meta 1 = recuperar o mesmo que as outras com a mesma carteira. Peso 20 na Nota BSC e 50 no Índice de mérito. No mérito só pesa indicador que o credor verifica sozinho, medido por safra.
- Alterado: quando a linha mudou e quem a mudou. A linha do caixa foi gravada em 03/10/2026, às 23:08. Salvar de novo o mesmo valor não troca esse registro.
- Valor recuperado: meta 1,3%. Pagamentos recebidos: meta 7,5%. As duas são taxas sobre a carteira em custódia, por 30 dias: a mesma meta serve a qualquer assessoria.
- Títulos pagantes: meta 7,5% e gatilho em 4,5%, ação Alertar. Com o valor abaixo do gatilho, o placar acusa o limite em Limites ultrapassados, na visão Por perspectiva. Nenhuma ação automática acontece.
- Custo por real e desconto por real: sem meta, fora da nota. Recuperação líquida é valor em reais: informativo, não aceita meta.
- Carteira: 25% da Nota BSC. Rolagem acordo-neutra: meta 53%. Quebra de acordo: meta 10%. Nas duas, menor é melhor, com peso 25 no Índice de mérito.
- Carteira parada: meta 25%, peso 5 na Nota BSC. Cura por pagamento, saída da custódia sem recuperação e reincidência: sem meta. Tempo até o primeiro pagamento: informativo.
- Processo: 15% da Nota BSC. Qualidade e conformidade: 20%. Indicadores sem fonte aparecem com o selo Sem fonte: mesmo com meta, não viram nota até a fonte ser ligada.
- Usar liga ou desliga o indicador no placar do credor. Voltar ao padrão marca a linha: ao salvar, o que está gravado naquele nível é apagado e volta a valer o padrão.
- O rodapé soma os pesos dos indicadores de cada perspectiva: são relativos dentro dela e não mudam o peso da perspectiva. Pesos no Índice de mérito: caixa 50, rolagem acordo-neutra 25, quebra de acordo 25.
- Ao salvar, a Nota BSC desta tela é recalculada na hora, com as metas novas, sem recalcular o placar. A alteração vale para todos os usuários do credor.
- A gravação é tudo ou nada: um item recusado, nada gravado. A tela avisa quando o gatilho fica do lado bom da meta.
- Com este painel, o credor mede as assessorias com a mesma régua: quem entrega, quem está abaixo da meta e quanto custa cada real recuperado. Os números com o ícone de lista abrem os títulos por trás deles.
- No alto da tela, Analisar com a Môzi pede uma análise deste painel. A Môzi lê o mesmo recorte que está na tela.
- Dados fictícios, gerados por IA para demonstração. Alfa, Beta, Gama, Delta e Épsilon são assessorias de demonstração. Performance de Assessorias, no revo360.
- No próximo vídeo, a Môzi lê este mesmo painel e conta o que encontrou.
Neste vídeo
A narração, por escrito
- Tela real do revo360. Dados fictícios, gerados por IA. Qualquer semelhança é mera coincidência.
- O painel Performance de Assessorias já foi lido quadro a quadro. Agora quem lê é a Môzi, a analista de dados do revo360.
- Ela recebe os mesmos números da tela, com o período, as safras, os filtros da consulta e as ressalvas do painel. Não recebe nome de devedor, documento nem telefone: só números agregados.
- Um clique abre o painel da Môzi. Nada foi analisado ainda: ela espera a escolha da lente.
- Quatro lentes para a mesma leitura. Geral: visão equilibrada. CEO: resultado, risco e prioridade. Operação: o que fazer na ponta. Data Science: método, ressalvas e sinais.
- Ao lado, a profundidade. Completa: o relatório mais profundo. Rápida: um modelo mais leve, que custa menos e chega antes.
- Com a lente Geral e o modo Completa, um clique em Analisar com a Môzi envia os números. Enquanto ela lê, o painel mostra que a análise está em andamento e há quanto tempo.
- Esta análise, no modo Completa, levou pouco mais de dois minutos. O vídeo pula a espera.
- A leitura chega pronta, numa página só. No alto, os sinais vitais: os 8 números principais do painel.
- São os cartões da seção Números: R$ 54,3 milhões entregues, R$ 622,9 mil recuperados, liquidação de 1,13% em 30 dias, custo de R$ 0,13 por real recuperado e resultado líquido de R$ 543,3 mil.
- Na segunda linha, as taxas: títulos com contato, 58,74%; promessa cumprida em 7 dias, 40,45%; rolagem acordo-neutra, 52,01%.
- A manchete é a conclusão em uma frase: com carteiras estatisticamente parecidas, a Alfa recupera 47,8% do caixa com 40% do estoque; a Delta, só 10,2% com 15%.
- E fecha: é hierarquia de desempenho, não de carteira. A diferença está em como cada assessoria cobra, não nos títulos que recebeu.
- Abaixo da manchete, o selo de confiança: aqui, confiança média. Os limites da conclusão aparecem mais abaixo, nas objeções e nas ressalvas.
- O sumário executivo diz o que aconteceu e o que decidir. Dos R$ 54,32 milhões entregues, R$ 622,9 mil voltaram no período; resultado líquido de R$ 543,3 mil.
- A Alfa é a assessoria claramente superior: Índice de mérito de 75,2, contra 49,8 (Beta), 34,7 (Gama) e 17,0 (Delta). São os números do placar.
- A decisão proposta: concentrar o volume marginal em quem converte mais e cobrar plano de recuperação de Delta e Gama.
- A narrativa conta a história em 6 parágrafos. A liquidação de 1,13% assusta, mas é o piso esperado de carteira já inadimplente. A comparação que vale é entre assessorias, com a mesma régua.
- O 2º parágrafo confirma o ranking pelas faixas de confiança: a da Alfa (68,2 a 82,1) não cruza com as demais. O motor é o caixa: 1,374 vez o esperado na Alfa, 0,641 na Delta.
- O 3º blinda a conclusão: as carteiras são homogêneas. O índice de diferença de composição fica entre 0,37 e 2,05, bem abaixo do limite de 5.
- O 4º põe a Nota BSC em perspectiva: todas acima de 81, mas só a Alfa cumpre 10 de 11 metas; as outras, 3 ou 4. E cerca de 16% do peso ainda não tem nota.
- O 5º lembra os gatilhos: Gama abaixo do mínimo de CPC por acionamento, Delta abaixo em títulos pagantes. A tela só exibe os alertas, mas a ponta de baixo está fora do combinado.
- O último pede cautela: a tela não é regra de contrato. O caminho é um piloto controlado de realocação e um plano de recuperação com prazo.
- No aprofundamento por bloco, cada conclusão vem com a leitura, os números de onde saiu e um gráfico pequeno, feito com os dados da tela.
- Bloco 1, dinheiro na mesa: a liquidação de 1,13% é a taxa de base de carteira inadimplente, não um fracasso. No horizonte, 99,9% das entregas continuam em custódia.
- Bloco 2, ranking de mérito: a Alfa (75,2) tem vantagem estatística real. A Beta fica na média, perto de 50. A Delta (17,0) fica isolada na base.
- Bloco 3: as fatias entregues (40/25/20/15%) batem com as cotas contratadas. A liquidação vai de 1,349% (Alfa) a 0,766% (Delta): execução, não perfil de títulos.
- Bloco 4: a Nota BSC é alta em todas porque cada indicador tem teto e a perspectiva Carteira dá 100 às quatro. Vale olhar as metas cumpridas: 10, 4, 4 e 3, de 11.
- Bloco 5, velocidade: a Alfa toca metade da carteira em 45,6 h; a Delta, em 7,8 dias. A cada 100 acionamentos: 3,62 pagamentos novos na Alfa, 1,48 na Delta.
- A Môzi repete a ressalva do painel: o relógio é declarado e não entra nas notas. Rapidez não prova caixa, mas aqui o padrão acompanha o resultado.
- Bloco 6, gatilhos: Gama com 29,97% de CPC por acionamento (mínimo de 30,00%). Delta com 2 alertas, a começar por títulos pagantes: 4,04% (mínimo de 4,50%).
- Em seguida, a seção que mais diferencia esta leitura: as objeções. A Môzi faz o advogado do diabo e procura o que pode derrubar a própria conclusão.
- 1ª objeção: o Índice de mérito usa só 2 indicadores, e a rolagem quase não separa. O ranking é robusto para a Alfa, frágil entre Beta e Gama, cujas faixas se tocam.
- 2ª objeção: a Nota de qualidade vem de amostra pequena e não sorteada, só de ligações com contato. As diferenças (67,8 a 69,7) cabem no ruído: indício, não veredito.
- 3ª objeção: o relógio não mede caixa e conta a partir da entrega. Não dá para concluir que a mais rápida recupera mais só pela velocidade.
- 4ª objeção: o recuperado inclui o colchão, de acordos anteriores à entrega: R$ 4.662 na Alfa, R$ 950 na Delta. É pouco, e a comparação de mérito já o exclui.
- 5ª objeção: o horizonte de 30 dias. A liquidação ainda subia no fim da janela; safras recentes podem não ter amadurecido. É retrato parcial, não desfecho final.
- Pontos de atenção: onde agir primeiro. A Delta é a prioridade de intervenção: Índice de mérito 17,0, liquidação de 0,766% e 2 gatilhos de alerta estourados.
- A Gama está na fronteira do gatilho de CPC, com caixa abaixo do esperado (0,824). Pede acompanhamento próximo.
- O primeiro toque é lento na ponta de baixo: a Delta toca só 8,47% da carteira em 24 h; a Gama, 16,88%. Cada dia de atraso consome a janela de 30 dias.
- A quitação total é rara em todas: de 0,087% a 0,127% do saldo entregue. O caixa vem de pagamentos parciais e acordos: há risco de quebra futura fora desta janela.
- Depois, os sinais bons. A Alfa mostra um teto de desempenho na carteira do próprio credor: caixa 37% acima do esperado.
- Carteira parada melhor que a meta em todas: de 20,6% a 21,1%, contra a meta de 25%. Nenhuma deixa estoque relevante sem tratamento.
- As carteiras homogêneas tornam a comparação legítima, sem o viés de composição que costuma contaminar esse tipo de ranking.
- O custo por real recuperado é baixo e parecido: de R$ 0,122 a R$ 0,130. A diferença de resultado vem do volume recuperado, não da grade de comissão.
- O plano de ação vem priorizado, numa tabela: ação, impacto esperado, esforço e prazo.
- Ação 1, piloto controlado: mover para a Alfa parte da próxima safra da Delta, com composição equivalente, e medir o caixa a mais. Para um volume igual à carteira da Delta: cerca de R$ 47 mil a mais por 30 dias.
- Ação 2, plano formal de recuperação com a Delta: metas de primeiro toque e revisão em 30 dias, antes de qualquer decisão sobre cota.
- Ação 3, alerta formal à Gama sobre o CPC por acionamento, com plano de contato por horário e canal. Esforço baixo, prazo imediato.
- Ação 4, transformar em padrão o que a Alfa já faz: o primeiro toque em 24 a 48 h, como regra mínima para todas as assessorias.
- Ação 5, cuidar da medida: ampliar e sortear a amostra da Nota de qualidade antes de usá-la em decisão de contrato.
- Os valores de impacto são estimativas de ordem de grandeza, e a própria análise avisa. A Môzi propõe e mostra a conta. Quem decide é o credor.
- Para acompanhar, 6 métricas: liquidação em 30 dias por assessoria, caixa observado sobre esperado, carteira tocada em 24 h, gatilhos, pagamentos novos por 100 acionamentos e caixa a mais do piloto.
- A leitura termina com a metodologia e as ressalvas. De onde saiu cada número: eventos de 09/2026, safras de 10/2025 a 09/2026, horizonte de 30 dias.
- Ela separa as bases, como o painel pede: indicadores de evento no período, de safra no horizonte, e a carteira parada como estoque na data de referência.
- E repete os limites da conclusão: forte para a Alfa, fraca entre Beta e Gama, liquidação ainda parcial, Nota de qualidade como indício, relógio fora das notas.
- No alto do painel, o botão de exportar gera o relatório para imprimir ou salvar em PDF.
- A mesma leitura pode ser refeita por outra lente. Com os mesmos números, a lente CEO olha resultado, risco e prioridade; a de Operação diz o que fazer na ponta.
- Ao lado, Investigar causa raiz compara duas fotos da carteira, com 7 a 90 dias entre elas, e aponta o que mudou e por quê.
- A Môzi não substitui a leitura do painel. Ela parte da mesma tela, mostra as contas e deixa as dúvidas à vista. A decisão continua com o credor.
Por onde começar
Cada pergunta do comitê tem um vídeo
Ninguém precisa assistir às duas horas. Escolha a pergunta, e o link abre o vídeo que a responde.
- O que cada assessoria está fazendo agora? Ao vivo · Volumetria de acionamentos e CPC
- Quem entrega mais com a mesma carteira? Capítulo 2 · O placar: Nota BSC e Índice de mérito
- Quanto custa cada real recuperado, e quanto sobra? Capítulo 3 · Destaques, números e financeira
- Cada assessoria recebeu a cota que o contrato prevê? Capítulo 4 · Carteira: cota, rolagem e destino
- Quanto tempo leva da entrega ao primeiro toque e ao caixa? Capítulo 5 · Relógio da assessoria e processo
- As carteiras são comparáveis? Quem passou o título para quem? Capítulo 6 · Qualidade, custódia, títulos e metas, a partir de 2:52
- Quem define as metas, os pesos e os gatilhos? Capítulo 6 · Qualidade, custódia, títulos e metas, a partir de 11:42
- De onde vem cada número, e a que data ele se refere? Capítulo 1 · Como o painel funciona
- Preciso do resumo para a diretoria. Capítulo 7 · A leitura da Môzi
Em volta do placar
Os outros painéis do revo360 Analytics, em 2 minutos
O Cockpit revo360 reúne os painéis da carteira, da operação, do call center, do caixa e do jAcob Lab. Este vídeo, com narração, passa por todos.
O que o vídeo mostra, quadro a quadro
- O Cockpit revo360, a porta de entrada dos painéis do revo360 Analytics.
- No topo, o diagnóstico da carteira numa frase, com os números.
- Assessorias: performance, custódia e entrega, metas e metodologia.
- Posição e diagnóstico, operação e contato, com o atendimento no WhatsApp e quem ficou de fora da fila.
- O call center ekovox em tempo real: cockpit, monitor da equipe, agentes de IA, discador e receptivo.
- Propostas de exceção, resultado e caixa, backoffice, o projeto revo360, o jAcob Lab e a manutenção.
- No fim, a Môzi: a IA do revo360 que lê cada painel e escreve a análise.
A narração, por escrito
- O ecossistema revo360 tem mais de 50 painéis.
- Para a gestão à vista e a análise da carteira, tudo começa no Cockpit.
- No topo, o diagnóstico da carteira, numa frase, com os números.
- Assessorias: a performance de cada uma, a custódia e a entrega, as metas e a metodologia.
- Posição e diagnóstico: a carteira, o produto, a migração de atraso, a safra, a visão executiva e o minerador de dados.
- Operação e contato: os acionamentos, os mailings, as promessas e o desempenho da equipe.
- O atendimento no WhatsApp, a qualidade do contato, e quem ficou de fora da fila e da distribuição.
- O call center ekovox, em tempo real: o cockpit, o monitor da equipe e os agentes de IA.
- As equipes ao vivo, o discador, a penetração das listas e o resultado da discagem.
- E a fila receptiva, o receptivo, os retornos de ligação, a saúde da linha e a capacidade.
- Propostas de exceção: o painel e o kanban de aprovação.
- Resultado e caixa: a carteira de acordos, o caixa realizado e o forecast de recuperação.
- No backoffice: a saúde dos pagamentos, o Control Desk, o estúdio da Héstia e o jurídico.
- O projeto revo360: o cockpit do projeto e a base de conhecimento.
- O jAcob Lab: a régua de cobrança como estratégia versionada.
- Com as estratégias, os lotes do dia, o painel executivo, o monitor técnico e a configuração.
- E a manutenção: a saúde do ambiente e as atualizações de versão.
- E a Môzi, a IA do revo360, lê cada painel e escreve a análise.
- revo360 Analytics. Cada pergunta da cobrança, com o seu painel.
Na sua operação
Veja como a sua rede de assessorias ficaria no placar.
Conte como as suas assessorias estão contratadas e como a carteira chega a elas. Um consultor de operações agenda o diagnóstico de 45 minutos.