Solicitar diagnóstico operacional

Para credores · revo360 Analytics

Cada assessoria medida com a mesma régua, na tela.

No Dashboard de Acionamentos, cada acionamento que a assessoria registra chega na hora à sua tela, sem recarregar a página. E sete vídeos narrados percorrem o painel Performance de Assessorias: a Nota BSC contra a sua meta, o Índice de mérito contra as outras assessorias com a mesma carteira, o caixa, a custódia e a leitura da Môzi, a IA do revo360.

Dados fictícios, gerados por IA; qualquer semelhança é mera coincidência.

Ao vivo

O que cada assessoria está fazendo agora

No Dashboard de Acionamentos do revo360, na versão do credor, cada acionamento que a assessoria registra aparece na hora, sem recarregar a página: quantos chegaram hoje, quanto virou CPC (contato com a pessoa certa) e promessa, quem ainda não mandou nada e as últimas chegadas, linha a linha. Embaixo, na mesma tela, a análise do período. Acionamento, CPC e promessa são o que a assessoria informa; acordo e pagamento vêm do sistema do credor.

O Dashboard de Acionamentos na versão do credor: no topo, o bloco Ao vivo, com quatro assessorias entregando ao mesmo tempo, cada acionamento contado na hora; embaixo, a análise do período, com o CPC por assessoria, por operador e por credor. O nome do credor foi desfocado. Tela real do revo360, com narração, música de fundo e legendas. Dados fictícios, gerados por IA; qualquer semelhança é mera coincidência.

Neste vídeo

O que o vídeo mostra, quadro a quadro
  1. O Dashboard de Acionamentos no sistema do credor, com o bloco Ao vivo — assessorias no topo.
  2. Quatro assessorias entregando ao mesmo tempo: o contador de hoje sobe a cada acionamento que chega, sem recarregar a página.
  3. As últimas chegadas: cada linha nova entra marcada, com a assessoria, a ocorrência, o operador e o selo de CPC ou promessa.
  4. O placar de hoje, por assessoria: chegadas, CPC, promessas e há quanto tempo veio a última, com o total; embaixo, quem ainda não mandou nada hoje.
  5. Embaixo do ao vivo, a análise do período: a leitura em uma frase, com os números, e as linhas de atenção, como a comparação entre as assessorias, com o aviso de comparar dentro da mesma fase de atraso, e a janela de discagem sugerida pelo jAcob.
  6. Os indicadores do período, contra o período anterior, e os recortes com filtro cruzado: natureza, tipo de acionamento e ocorrência.
  7. O produto e a origem do acionamento: no recorte, todos feitos pelas assessorias.
  8. Acionamentos e CPC por assessoria e o ranking por assessoria, com a interferência da casa zerada em todas.
  9. O ranking de CPC por operador, com os operadores de todas as assessorias no mesmo critério.
  10. O ranking de CPC por credor, com o nome do credor desfocado.
A narração, por escrito
  1. Os acionamentos ao vivo, na visão do credor.
  2. Cada acionamento que as assessorias registram chega aqui na hora, sem recarregar a página.
  3. Nas últimas chegadas, cada linha nova entra marcada, com a assessoria, a ocorrência e o operador.
  4. O placar de hoje, por assessoria: chegadas, CPC, promessas, e há quanto tempo veio a última.
  5. E quem ainda não mandou nada hoje aparece logo abaixo.
  6. Abaixo, o período, com a leitura pronta: volume, taxa de CPC, operadores e o pico do dia.
  7. Entre as assessorias, quem converte mais e quem converte menos, com o aviso: compare dentro da mesma fase de atraso.
  8. E o jAcob avisa quando a discagem sai da janela que ele recomendou.
  9. Os indicadores, cada um contra o período anterior, e os recortes, com filtro cruzado.
  10. O produto, e a origem: aqui, tudo feito pelas assessorias.
  11. Por assessoria, o que cada uma acionou e converteu. E a interferência da casa: zero.
  12. No ranking de CPC, operador por operador, de todas as assessorias, no mesmo critério.
  13. E o mesmo ranking, por credor.
  14. revo360 Analytics. O credor vê cada assessoria, ao vivo e no período.

A série

Performance de Assessorias, em sete capítulos

Telas reais do painel, gravadas em ambiente de demonstração, com narração, música de fundo e legendas que acompanham a fala. Cada capítulo tem de 11 a 21 minutos, e os pontos de Neste vídeo levam direto ao assunto. O painel existe no sistema do credor, para quem tem permissão.

Antes do placar, as regras do painel: a data de referência e a situação do cálculo, a quem pertence cada pagamento, acordo e acionamento, a diferença entre período, safra de entrega e horizonte, e a consulta e o filtro que recortam a tela. O painel lê e mede: não mexe em cota, não recolhe carteira e não executa gatilho. Tela real do revo360, com narração, música de fundo e legendas. Dados fictícios, gerados por IA; qualquer semelhança é mera coincidência.

Neste vídeo

A narração, por escrito
  1. Tela real do revo360. Dados fictícios, gerados por IA. Qualquer semelhança é mera coincidência.
  2. O credor contrata várias assessorias. Aqui, todas são medidas com a mesma régua. Este é o painel Performance de Assessorias.
  3. O primeiro quadro, o placar, mostra quem entrega, quem está abaixo da meta e quanto custa cada real recuperado.
  4. O painel faz parte do revo360 Analytics e só existe em ambiente de credor. Em ambiente de cobradora, ele não se aplica. Ele abre pelo Cockpit, na seção Assessorias, e pelo menu Credor360.
  5. Quando o credor também cobra por conta própria, essa operação fica fora da comparação: ela não recebe entrega e cobra fases diferentes. A referência de cada assessoria são as outras.
  6. O painel lê e mede. Ele não mexe em cota, não recolhe carteira e não executa gatilho. A decisão continua com o credor.
  7. O subtítulo mostra a hora da última consulta, não a do cálculo, e avisa: atualização manual. A tela nunca relê os números sozinha.
  8. No alto, à direita, o selo traz a data de referência: 30/09/2026. Todos os períodos da tela partem dela, nunca do relógio.
  9. A referência é o último dia com evento de alguma assessoria nas fontes: um pagamento atribuído a ela, um acionamento que ela informou ou um acordo que ela fez.
  10. O aviso de fonte parada: as fontes não recebem evento desde a referência. O aviso só acende com mais de 3 dias. Recalcular não muda nada: o caminho é conferir as cargas.
  11. Isso importa: com a referência parada, a carteira parada parece menor do que é. Nesta demonstração, a base termina em 30/09 e o relógio seguiu andando.
  12. Normalmente, o selo mostra a referência e a hora do cálculo. “Há dado mais novo: atualize” pede recálculo. “Último cálculo falhou”: a tela segue com o último placar bom.
  13. Um clique no selo abre a situação do placar: data de referência, hora do cálculo, quanto ele levou e quantas entregas o placar guarda.
  14. Cada entrega é um período em que um título esteve com uma assessoria: a janela de custódia, sobre a qual o placar é montado.
  15. A custódia é gravada a cada troca de assessoria: de quem para quem, quando, com o saldo e o atraso do título na entrega. Sem ela, o título só diria com quem está hoje.
  16. O cálculo também confere a atribuição: se algum pagamento, acionamento, acordo ou boleto ficar sem janela de custódia, o selo mostra quantos. Quando não sobra nada, a linha nem aparece.
  17. Padrões do cálculo: mínimo de 60 eventos para julgar · quebra de acordo em 30 dias · carteira parada em 15 dias · Nota de qualidade mínima 70.
  18. O placar é refeito inteiro a partir das fontes. Em operação, uma rotina faz isso uma vez por dia, depois das rotinas da noite. No meio do dia, o botão Atualizar dados pede um novo cálculo, com confirmação.
  19. O cálculo relê custódia, pagamentos, acordos e acionamentos. Quem está lendo vê o placar antigo ou o novo, sempre inteiro.
  20. Só um cálculo roda por vez. Em segundo plano, o selo diz “Atualizando…” e oferece o botão Verificar, porque a tela não relê sozinha.
  21. Recalcular e consultar são gestos separados: o selo cuida do cálculo, o botão Consultar traz o número para a tela.
  22. Ao lado fica o botão Analisar com a Môzi. Ele liga depois da consulta e analisa o recorte que está na tela.
  23. O menu ⋯ exporta a tela em PDF e o placar em planilha. A exportação leva o mesmo recorte que a tela mostra.
  24. Logo abaixo fica a caixa de consulta e filtro. São duas linhas com papéis diferentes: a primeira pergunta ao banco, e a segunda recorta o que já chegou.
  25. O painel abre sem consultar nada. Antes do clique em Consultar, só o selo e os cadastros são lidos.
  26. Na consulta, o período recorta os indicadores de evento, como recuperado, custo, CPC por acionamento e promessa. Aqui, 30 dias: de 01/09/2026 a 30/09/2026.
  27. Cada evento tem dono. O pagamento conta para a assessoria que tinha o título no fim da véspera. Uma função única responde isso, e o carimbo fica gravado na parcela.
  28. A regra é por dia, não por hora. O pagamento feito no dia da entrega fica com quem tinha o título antes. E o carimbo não muda se o título trocar de mãos depois.
  29. O acordo conta para quem o fez, e o boleto, para quem o emitiu. O acionamento é o que a própria assessoria informa, numa tabela só das assessorias, separada da operação do credor.
  30. Se os acionamentos chegam só pelo histórico do título, pela rota antiga, o contato fica sem fonte, e não zerado. Por ser declaração da assessoria, o contato fica fora do Índice de mérito.
  31. Os atalhos de período partem da data de referência, nunca de hoje. Mexer numa data torna o período Personalizado, e o calendário não passa da referência.
  32. Safra de entrega é o mês em que o título chegou à assessoria. A tela propõe os 12 meses até o mês da referência. Aqui, de 10/2025 a 09/2026.
  33. Os indicadores de safra são de quem recebeu a entrega, como liquidação, rolagem e saída da custódia. O período diz quanto foi recuperado em setembro. A safra diz quanto cada carteira rendeu desde que chegou, até o horizonte.
  34. Há ainda o estoque, lido na data de referência. A carteira parada é de quem tem o título nesse dia, qualquer que seja o período ou o horizonte.
  35. Colchão é o pagamento de um acordo que já existia antes da entrega e não foi feito pela assessoria. Entra no recuperado, mas não é mérito dela: fica fora da liquidação e do Índice de mérito.
  36. Credor · vazio = todos · 1 no catálogo. O campo nunca é obrigatório, e o rótulo diz de onde vêm as opções.
  37. Com mais de um credor, cada número por assessoria soma os credores do recorte. E a Nota BSC da linha vira a média das notas de cada credor, ponderada pelo saldo entregue.
  38. O botão Consultar leva ao banco o período, as safras e o credor. Ele só lê o placar já calculado, e nenhum cálculo é disparado.
  39. O placar chega de uma vez, inteiro. Cada seção abaixo vem por conta própria. Se uma falhar, o aviso fica só nela, com o botão “Tentar de novo”.
  40. Na segunda linha, depois do botão, fica o filtro. Ele recorta na hora o que já chegou, sem voltar ao banco.
  41. Horizonte · dias desde a entrega: 30, 60 ou 90. É até onde cada entrega é acompanhada. A que ainda não chegou lá está em maturação e fica fora da conta.
  42. A Nota BSC não muda com o horizonte: ela lê cada indicador de safra na idade da meta. O horizonte muda as curvas, as tabelas e o Índice de mérito.
  43. Nesta demonstração, as entregas completaram 30 dias na data de referência. Nenhuma chegou a 60. Por isso 60 e 90 dias aparecem desligados.
  44. A fase é a do cadastro do credor, escolhida pelo atraso do título no dia da entrega. As opções vêm do dado, depois da consulta. Alguns quadros não se recortam por fase, e a ajuda de cada um avisa.
  45. O filtro de assessorias recorta só a exibição, inclusive no PDF, na planilha e na Môzi. O Índice de mérito continua calculado contra todas. O nome de uma assessoria, em qualquer quadro, liga e desliga esse filtro.
  46. Quando a tela não mostra exatamente o que foi pedido, uma faixa avisa logo acima do placar: por exemplo, com o filtro de assessorias, com uma consulta que falhou ou com números novos à espera de um Consultar.
  47. Logo abaixo do placar, a trilha de seções: Financeira · Carteira · Relógio da assessoria · Processo · Qualidade e conformidade · Custódia · Títulos · Metodologia · Metas e pesos.
  48. Um clique em Financeira desce direto até a seção. No título de cada seção, o botão Seções faz o caminho de volta.
  49. A tela volta ao placar e à trilha. Metodologia e Metas e pesos nascem recolhidas, e a trilha as abre ao chegar.
  50. O Relógio da assessoria só aparece quando está ligado neste ambiente. Desligado, ele sai da tela e da trilha.
O placar das assessorias em três visões: Resumo, Por perspectiva e Por indicador. A Nota BSC mede cada assessoria contra a meta do credor; o Índice de mérito, contra as outras com a mesma carteira, com faixa de confiança de 95%. Recuperado, liquidação, custo por real, resultado líquido e carteira contra caixa, cada um com a sua conta. Tela real do revo360, com narração, música de fundo e legendas. Dados fictícios, gerados por IA; qualquer semelhança é mera coincidência.

Neste vídeo

A narração, por escrito
  1. Performance de Assessorias, do revo360 Analytics: o credor mede, com a mesma régua, as assessorias de cobrança que contratou. Dados fictícios de demonstração.
  2. O placar vem primeiro: quem entrega, quem está abaixo da meta e quanto custa cada real recuperado. Três visões: Resumo, Por perspectiva e Por indicador.
  3. Nota BSC: a assessoria contra a meta do credor. O nome vem do balanced scorecard, um placar de metas em quatro perspectivas.
  4. Índice de mérito: a assessoria contra as outras, com a mesma carteira. 50 = igual às outras. As duas notas vão de 0 a 100 e não se somam.
  5. O banco monta o placar numa rotina própria: somas por dia, por safra de entrega e pelo estoque na data de referência. As notas são calculadas na tela, sobre essas somas, e servem a qualquer recorte.
  6. As linhas seguem o Índice de mérito, com desempate pela Nota BSC. A cor da assessoria é a identidade dela em todo o painel. A cor que julga vem sempre com ícone e rótulo.
  7. O nome é um botão: põe a assessoria no filtro, e o painel inteiro mostra só ela. O Índice de mérito continua calculado contra todas as assessorias do credor.
  8. Cada quadro tem o “?”, que aparece com o cursor sobre ele: o que mostra, como é calculado, as ressalvas e o que fazer.
  9. Nota BSC: Alfa 99,8 e Beta 96,5, faixa alta, de 95 para cima. Gama 89,7 e Delta 81,7, faixa média. Abaixo de 80, faixa baixa.
  10. Índice de mérito da Alfa: 75,2. Régua de 0 a 100, com a marca do 50. Faixa de confiança de 95%: de 68,2 a 82,1.
  11. A leitura sai da faixa, não do número. Alfa: acima das outras. Beta: na média, a faixa cruza o 50. Gama e Delta: abaixo.
  12. Recuperado: o que entrou no período. O pagamento conta para quem tinha o título no fim do dia anterior, regra do painel todo. Alfa: R$ 297,8 mil.
  13. Recuperado = pagamento novo + colchão. Colchão: pagamento de parcela de acordo fechado antes da entrega, pelo credor ou por outra assessoria. O carimbo fica gravado na parcela e não muda depois.
  14. Liquidação em 30 dias, por safra de entrega: pagamento novo acumulado até 30 dias após a entrega ÷ saldo entregue. Alfa: 1,35%.
  15. O colchão fica fora desta taxa: não é mérito da custódia. Só entram entregas que completaram o horizonte. O rótulo segue o horizonte do filtro: 30, 60 ou 90 dias.
  16. Custo por real = comissão ÷ recuperado. Só comissão, sem tarifa fixa, pela grade de cada assessoria e pela faixa de atraso na entrega. Alfa: R$ 0,130.
  17. Gama R$ 0,122, Beta e Delta R$ 0,127. Aqui as quatro têm a mesma grade de comissão: a diferença de custo vem da fase dos títulos que pagaram, não de eficiência.
  18. Resultado líquido = recuperado − comissão. Alfa: R$ 258,9 mil. O desconto não é subtraído: o recuperado já vem com desconto.
  19. Carteira → caixa: a Alfa recebeu 40,0% do saldo entregue e trouxe 47,8% do recuperado, +7,8 p.p. A Delta: 15,0% → 10,2%, −4,8 p.p.
  20. Até 1 p.p., a diferença é ruído e sai em cinza, como na Beta. A fatia entregue vem das safras, e a recuperada, do período. É o número da conversa de redistribuição: a tela não redistribui.
  21. Todas as assessorias: R$ 622,9 mil recuperados, liquidação de 1,13%, R$ 0,128 por real e R$ 543,3 mil de resultado líquido.
  22. Índice de mérito parcial: 2 de 3 indicadores. A quebra de acordo está em maturação, e o peso dela foi redistribuído.
  23. Por perspectiva: Financeira 40%, Carteira 25%, Processo 15%, Qualidade e conformidade 20%.
  24. Nota do indicador com meta = 100 × o menor entre o atingimento e 1. Perspectiva = média dos indicadores, pelos pesos do credor. Nota BSC = média das perspectivas, pelos pesos do cabeçalho.
  25. Atingimento = valor ÷ meta quando maior é melhor, e meta ÷ valor quando menor é melhor. Passar da meta não rende mais que 100 nem compensa outra meta.
  26. Ao lado da nota, a contagem. Na Carteira, 2 de 3: a quebra de acordo, em maturação, ficou sem nota, sai da conta, e o peso é redistribuído.
  27. Regra do painel: o que não tem medida nunca vira zero. Sem evidência: menos eventos que o mínimo para julgar, 60 por padrão. Sem fonte: este ambiente não mede o indicador.
  28. Em Qualidade e conformidade, só a Nota de qualidade aprovada tem nota. Gravação entregue e reclamações por mil títulos estão sem fonte: não puxam a nota, reduzem a cobertura.
  29. Não reportado vale zero na Nota BSC: tem carteira, não informou acionamento, e outra informou. Em maturação: a safra ainda não chegou à idade em que o indicador é medido.
  30. Financeira: Gama 78,0 e Delta 60,6, faixa baixa. Com 40% do peso, é onde as duas mais perdem nota. Carteira e Qualidade: as quatro perto de 100.
  31. Metas cumpridas, entre as metas com nota: Alfa 10 de 11. A Beta, com Nota BSC 96,5, cumpriu 4 de 11.
  32. Na Alfa, ficou para trás a Nota de qualidade aprovada: 49,48%, logo abaixo da meta. Nota alta não quer dizer todas as metas cumpridas.
  33. Limites ultrapassados: só com gatilho cadastrado. Gama: 1. Delta: 2. O gatilho só alerta: a tela mostra a ação combinada e não executa nada.
  34. Recuperado por semana: 4 semanas completas, barras a partir do zero, e a última contra a primeira. Alfa −16%, Delta +7%.
  35. A dica traz o valor de cada semana. Blocos de 7 dias, contados do fim do período para trás. Maior e menor semana com menos de 5% de diferença: estável.
  36. Por indicador: o atingimento da meta, indicador a indicador, dos que têm meta e peso na Nota BSC. A célula traz o valor, e a cor compara com a meta.
  37. Até 3% da meta: igual. De 3% a 10%: melhor ou pior. Acima de 10%: muito melhor ou muito pior. A cor vem sempre com o ícone do sentido.
  38. Caixa: observado sobre esperado. Já compara com as outras: meta 1,00 = igual às outras. Alfa 1,37, Delta 0,64.
  39. Valor recuperado e pagamentos recebidos: taxas sobre a custódia, por 30 dias. Delta: 0,78% do saldo recebido em custódia a cada 30 dias. Por ser taxa, a meta serve a qualquer período.
  40. A Financeira é onde as quatro mais se separam: a Alfa cumpre as quatro metas. Beta, Gama e Delta ficam abaixo da meta em valor recuperado, pagamentos recebidos e títulos pagantes.
  41. Carteira: a rolagem acordo-neutra quase não separa as quatro, entre 50% e 53%. Quebra de acordo: em maturação. Carteira parada: todas melhor que a meta.
  42. Processo: títulos com contato perto de 59% nas quatro. A separação está no CPC por acionamento e na promessa cumprida: promessas pagas em até 7 dias, Alfa 47,42%, Delta 25,98%.
  43. Acionamento, contato e promessa: informados pela assessoria. Pagamento e acordo: do sistema do credor. Contato e promessa contam na Nota BSC e ficam fora do Índice de mérito, que só usa o que o credor verifica.
  44. Qualidade: a Alfa é a única abaixo da meta, por pouco, e a célula sai como igual. A dica traz valor, meta, atingimento e nota do indicador.
  45. Clicar numa célula volta à visão Por perspectiva, abre a linha da assessoria e realça o indicador: os títulos pagantes da Delta.
  46. A linha aberta lista primeiro os indicadores com nota, por perspectiva: valor, meta, atingimento, nota e peso. Delta: 4,04% de títulos pagantes, bem abaixo da meta.
  47. Peso na perspectiva: quanto o indicador vale dentro da Financeira. Peso no Índice de mérito: traço, porque o índice só usa caixa, rolagem e quebra de acordo.
  48. Gatilho: o limite cadastrado pelo credor e a ação combinada, aqui alertar. A Delta passou do limite no recorte, e a tela só avisa.
  49. Eventos: a dica mostra os efetivos e o mínimo para julgar, 60 por padrão. A seta ao lado do nome abre e fecha esta linha.
  50. Os indicadores sem nota ficam recolhidos em cada perspectiva, com o motivo ao lado. Na Qualidade, os sem fonte. Um clique no resumo abre a tabela.
  51. No pé do card: a frase das duas réguas e a linha de recorte, com o que foi consultado e em que condições se compara.
  52. Período: 01/09/2026 a 30/09/2026. Safras de entrega: 10/2025 a 09/2026. Horizonte: 30 dias. Todos os credores, todas as fases.
  53. O período vale para os eventos do dia, como pagamento, acionamento e promessa. Safra e horizonte valem para o que se mede desde a entrega. A Nota BSC não muda com o horizonte: lê cada indicador na idade da meta.
  54. 100% do saldo entregue já completou o horizonte. Nota BSC com 83,7% do peso medido: o resto está em maturação ou sem fonte. Com cobertura baixa, a nota descreve só a parte medida.
  55. Esperado por grupo de fase e saldo no caixa, e por fase e saldo na rolagem: a cesta mais fina em que as outras tinham base para comparar.
  56. Carteiras comparáveis: maior diferença de composição de 2,05%, limite de 5,00%. Até o limite, a comparação é direta. O link leva à seção Custódia.
  57. Índice de mérito, aberto no que o compõe: cada ponto é uma assessoria, e a barra é a faixa de confiança de 95%. À direita, número e faixa.
  58. Esperado: o que as outras assessorias do credor fizeram em cada cesta de fase e saldo, aplicado à carteira desta. O que as outras fariam com a mesma carteira.
  59. Sempre dentro do mesmo credor. Cesta mais fina: fase na entrega e faixa de saldo. Com menos de 30 eventos das outras, a conta passa a uma cesta mais larga: grupo de fase e saldo, depois só grupo de fase.
  60. A razão observado ÷ esperado é encolhida conforme os eventos: poucos eventos puxam para 1. Depois é limitada a 1,5 vez, para cima ou para baixo.
  61. Pesos: caixa 50, rolagem acordo-neutra 25, quebra de acordo 25. Escala de 0 a 100: 100 = 1,5 vez o esperado, 0 = o esperado ÷ 1,5, 50 = igual às outras.
  62. Só entra indicador com 60 eventos efetivos ou mais e safra madura. Aqui: 2 de 3, com 66,7% no caixa e 33,3% na rolagem.
  63. Eventos efetivos: o maior entre os eventos dela e os que as outras fariam com a carteira dela. Ir mal não tira o indicador da conta.
  64. Use a faixa, não só o número. Beta: 41,9 a 57,7. Gama: 26,3 a 43,0. As faixas se cruzam: as duas não estão separadas.
  65. Caixa: vantagem = observado ÷ esperado. Alfa 1,37, Delta 0,64. A dica mostra o observado e o esperado em reais.
  66. O caixa conta só o pagamento novo até o horizonte, sem colchão. O gráfico mostra a razão bruta: encolhimento e limite valem só no índice. A faixa é aproximada: conta pagamentos, não o valor de cada um.
  67. Rolagem acordo-neutra: menos é melhor, vantagem = esperado ÷ observado. As quatro faixas cruzam o 1: nenhuma se separa das outras.
  68. Rolagem acordo-neutra: títulos que pioraram de faixa de atraso até o horizonte, entre os que podiam piorar. O acordo só zera o atraso quando é quitado.
  69. Fora do índice nesta consulta: a quebra de acordo, em maturação. Ela olha as três primeiras parcelas dos acordos feitos pela assessoria, com 30 dias de tolerância, e nenhuma completou o prazo.
  70. A operação própria do credor fica fora: não recebe entrega e cobra fases diferentes. A safra não entra na cesta: quem chegou depois é comparado, na mesma idade, com entregas de outros meses.
  71. Aqui são quatro assessorias com carteira, e a Épsilon, sem carteira no recorte, fica fora do placar. Com duas, uma contra a outra, com faixa mais larga. Com uma só, não há comparação.
  72. Sem número, a célula do índice mostra o motivo: sem evidência, sem comparação ou sem indicador no Índice de mérito.
  73. Sem entrega nas safras escolhidas, o índice não tem o que comparar e a Nota BSC cobre só os indicadores do período. Com mais de um credor, a Nota BSC da linha é a média dos credores, ponderada pelo saldo entregue.
  74. A leitura é dupla: a Nota BSC mede cada assessoria contra as metas do credor, e o Índice de mérito, contra as outras, com a mesma carteira. Nesta demonstração, a Alfa lidera nas duas.
A leitura do placar em uma frase, os números do recorte e a seção Financeira: liquidação por idade da entrega, tempo até o primeiro pagamento novo, recuperado no período, custo, resultado, desconto e tíquete, e a comissão por faixa de atraso na entrega. Tela real do revo360, com narração, música de fundo e legendas. Dados fictícios, gerados por IA; qualquer semelhança é mera coincidência.

Neste vídeo

A narração, por escrito
  1. Logo abaixo do placar e da trilha de seções, vêm os Destaques. É a leitura do placar em uma frase. Nada aqui é calculado à parte: a manchete e as linhas saem dos mesmos números que a tela mostra.
  2. A manchete segue uma ordem fixa. Primeiro vem o Índice de mérito: se uma assessoria fica acima das outras com a mesma carteira, ela lidera. Sem evidência no índice, a manchete fala da Nota BSC.
  3. Quando uma assessoria lidera, a frase compara a fatia do caixa que ela recuperou com a fatia da carteira que recebeu. Quando nenhuma se separa, a manchete diz isso, com o maior índice.
  4. A leitura vem da faixa de confiança do Índice de mérito. Faixa inteira acima de 50 é acima das outras, e faixa inteira abaixo de 50 é abaixo. Faixa que cruza o 50 é na média.
  5. As pílulas dão o contexto da comparação: quantas assessorias têm carteira, o saldo entregue, as safras de entrega e a data de referência. Se alguma Nota BSC cobrir menos da metade do peso, surge uma pílula de alerta.
  6. A data de referência é o último dia com pagamento, acionamento ou acordo atribuído a uma assessoria. Não é a data do relógio. Por isso, ela pode ficar alguns dias atrás de hoje.
  7. Abaixo vêm no máximo quatro linhas. As críticas aparecem primeiro, depois as de atenção, depois as informativas. Elas dizem, por exemplo, quem ficou abaixo das outras, quem não informou acionamento e que meta está mais distante.
  8. Quando um limite de alerta fica fora do combinado, a linha mostra o valor, o limite e a ação que o credor combinou. O painel não executa nada sozinho.
  9. Cada linha com seta é um atalho. A que cita uma assessoria filtra a tela por ela, e um segundo clique desfaz. As outras levam à seção que trata do assunto.
  10. A manchete e as linhas são o mesmo texto que a Môzi recebe quando é aberta neste painel. A assistente parte da mesma leitura que a tela.
  11. Agora, os Números: oito cartões do conjunto das assessorias mostradas. Na linha de cima está o dinheiro, e na de baixo, as taxas.
  12. Cada cartão tem a sua base. O entregue vem das safras escolhidas, e o recuperado, o resultado, o custo e a promessa vêm do período. Liquidação, contato e rolagem são medidos no horizonte, contado a partir da entrega.
  13. A Épsilon, com contrato inativo, está sem carteira no período. Por isso não entra nestes números, nem nos quadros de dinheiro que vêm a seguir.
  14. Entregue às assessorias é o saldo dos títulos no dia da entrega. Embaixo vêm os títulos e quantas safras tiveram entrega. O título que sai e volta para a assessoria conta de novo, como nova entrega.
  15. Recuperado no período é tudo o que foi pago em parcela atribuída a uma assessoria. Embaixo aparecem o pagamento novo e o peso do colchão. A Financeira, logo abaixo, abre esse valor por assessoria.
  16. Resultado líquido é o recuperado menos a comissão. Embaixo aparece quanto ele representa do recuperado.
  17. O custo por real divide a comissão pelo recuperado, com três casas decimais. Embaixo aparece a comissão em reais. É só comissão: não há tarifa fixa nesta conta.
  18. Liquidação em 30 dias olha a entrega, não o calendário. É o pagamento novo acumulado até 30 dias, sobre o saldo das entregas que já completaram esse prazo. O colchão fica fora.
  19. Títulos com contato conta as entregas com pelo menos um contato com a pessoa certa, o CPC, em até 30 dias. A base são as entregas que completaram esse prazo. O contato é o que a própria assessoria informou.
  20. Cada taxa mostra embaixo o numerador e o denominador. Assim se vê de quantos casos o percentual nasce.
  21. Promessa cumprida mede as promessas pagas em até 7 dias. Vale o primeiro pagamento do título nesse prazo, antes da promessa seguinte. A promessa feita há menos de 7 dias ainda não entra.
  22. Rolagem acordo-neutra conta as entregas que pioraram de faixa de atraso até 30 dias, sobre as que podiam piorar. Nela, o acordo só zera o atraso quando é quitado. Aqui, quanto menor, melhor.
  23. Uma regra vale para o painel inteiro. Travessão quer dizer que não há número. Zero é medida, e nunca ocupa o lugar da ausência.
  24. Sem entrega nas safras escolhidas, ou sem entrega que já tenha completado o horizonte, liquidação, contato e rolagem não têm o que medir. Nesses cartões, o travessão vem com o motivo escrito embaixo.
  25. A cor do cartão não diz bom nem ruim. As cores de identidade pertencem às assessorias, e cada uma mantém a sua em todos os quadros.
  26. Cada cartão também é um atalho. Um clique leva à seção que detalha aquele número, e a seção Financeira é a próxima.
  27. Cada quadro tem um ponto de interrogação no canto. Ele abre a ajuda do painel: o que o quadro mostra, como é calculado, as ressalvas e o que fazer.
  28. A ajuda traz a imagem do próprio quadro, tirada quando ela abre. Fechada a ajuda, a tela continua exatamente como estava.
  29. Ao lado do ponto de interrogação fica um x. Ele tira o quadro da tela, e o quadro volta pelo menu de três pontos, no alto do painel.
  30. Começa a Financeira. Ela mostra quanto cada assessoria recupera por idade da entrega, quanto disso é pagamento novo e quanto é colchão. Mostra também quanto custa cada real, e quanto foi concedido de desconto.
  31. Ao lado do título, o botão Seções volta ao placar e à trilha de seções. Ele se repete no alto de cada seção, daqui em diante.
  32. A curva tem uma fonte, e as barras e a tabela têm outra. Se uma fonte falta ou demora, só os quadros dela mostram o aviso, e os outros continuam de pé.
  33. O primeiro quadro é a liquidação por idade da entrega. O eixo horizontal conta os dias desde a entrega, e o vertical mostra o pagamento novo acumulado, em percentual do saldo entregue.
  34. De onde vem o pagamento? Da parcela paga, carimbada na baixa com a assessoria que tinha o título no fim da véspera. O carimbo fica gravado e não muda depois.
  35. A regra é por dia, e não por hora. Assim, o pagamento da madrugada não vai para quem acabou de receber o título. O pagamento feito no próprio dia da entrega conta para quem tinha o título antes.
  36. Pagamento novo é tudo o que não é colchão. Colchão é a parcela de um acordo fechado antes da entrega, pelo credor ou por outra assessoria. Ela entra no caixa, mas não é mérito de quem recebeu o título.
  37. Vale mesmo que esse acordo seja cancelado depois. E se a própria assessoria fez o acordo numa custódia anterior do mesmo título, a parcela conta como pagamento novo dela.
  38. Em cada idade, a conta usa só as entregas que já chegaram àquela idade. O pagamento novo acumulado delas é dividido pelo saldo entregue delas mesmas.
  39. A entrega que sai por decisão do credor, ou sem motivo registrado, deixa a conta no dia da saída. A saída provocada pela assessoria fica na conta, com o pagamento novo zerado dali em diante. A entrega quitada até a saída segue na conta, como sucesso.
  40. A linha tracejada marca o horizonte escolhido no filtro, e a legenda traz o número de cada uma nesse ponto. É a mesma conta do cartão Liquidação em 30 dias, aberta por assessoria.
  41. Em 30 dias, a Alfa liquidou 1,35% do saldo entregue, e a Beta, 1,12%. A Gama ficou em 0,96%, e a Delta, em 0,77%.
  42. Em todo o painel, o nome da assessoria é um botão. Um clique filtra a tela por ela, e um segundo clique no mesmo nome desfaz. O filtro só recorta o que se mostra: o Índice de mérito segue calculado contra todas.
  43. Sobre um ponto, a dica mostra o valor em reais, o saldo que serve de base e quanto das entregas já chegou àquela idade.
  44. Se aparecer um ponto vazado, a medida é parcial: menos de 99% das entregas chegaram àquela idade. O valor é o da parte que já chegou.
  45. Compare as linhas sempre na mesma idade. A curva é o observado, sem ajuste pela composição da carteira. A comparação com a mesma carteira é o trabalho do Índice de mérito.
  46. No painel Safra / Liquidação, a curva da entrega soma também o colchão. Por isso, o percentual de lá sai um pouco maior que o daqui.
  47. Logo abaixo vem o tempo até o primeiro pagamento novo. Entre os títulos que pagaram até o horizonte, a tabela mostra em quantos dias metade pagou, e em quantos dias 75% pagaram.
  48. A Alfa teve 1.010 títulos pagantes, e a Beta, 514. A Gama teve 344, e a Delta, 200.
  49. Metade pagou em até 15 dias na Alfa, na Gama e na Delta, e em 16 na Beta. 75% pagaram em até 22 dias, nas quatro.
  50. Nas quatro, o prazo até o primeiro pagamento é parecido. A diferença aparece em quanto do saldo voltou, na curva acima.
  51. Conta só o primeiro pagamento novo de cada título, e o colchão não entra. Se a safra ainda não completou o horizonte, a assessoria vem marcada como parcial.
  52. Para ver a curva por mês de entrega, este botão abre o painel Safra / Liquidação. Ele abre sem filtro, e o recorte é escolhido lá.
  53. Ao lado está o recuperado no período. Cada barra empilha as assessorias, semana a semana, e soma o pagamento novo e o colchão. É o mesmo recuperado que os outros painéis do modo credor mostram.
  54. As semanas são blocos de 7 dias, contados de trás para frente a partir do fim do período. Por isso o bloco mais antigo pode ser parcial, e leva um asterisco.
  55. Aqui, o primeiro bloco vai só de 01/09 a 02/09, e leva um asterisco. O último, de 24/09 a 30/09, leva dois asteriscos: pode estar incompleto, porque o período termina na data de referência.
  56. Sobre uma barra, a dica mostra o recuperado daquela assessoria na semana, e quanto dele é colchão.
  57. Embaixo do gráfico fica o total de cada uma no período. A Alfa trouxe R$ 297,8 mil, e a Beta, R$ 154,8 mil.
  58. A Gama trouxe R$ 106,9 mil, e a Delta, R$ 63,4 mil. As barras estão em reais, sem dividir pelo saldo que cada uma recebeu. Essa divisão é a da curva ao lado.
  59. O alternador troca a semana pelo dia. Mas dia a dia engana: há dias da semana com muito mais contato e pagamento.
  60. No modo Dia, os rótulos que não cabem somem, um sim, outro não. O último dia pode ficar sem rótulo: os ** da nota valem para ele, que pode não ter fechado.
  61. De volta à semana, que é a leitura recomendada. Uma queda nos últimos dias não é tendência: pode ser só o dia que ainda não fechou.
  62. Por fim, vem a tabela de custo, resultado, desconto e tíquete. Ela tem uma linha por assessoria e o total no pé. A unidade de cada coluna fica no cabeçalho.
  63. A Alfa recuperou R$ 297,8 mil no período. Desse valor, R$ 4,7 mil são colchão, 1,6%. O resto, R$ 293,1 mil, é pagamento novo.
  64. A barra fina dentro da célula compara o recuperado de cada assessoria com o da que mais trouxe, na cor de cada uma.
  65. No total, o colchão é R$ 10,5 mil, 1,7% do recuperado. Ele entra no caixa e paga comissão, mas não é resultado novo da assessoria.
  66. A comissão segue a grade do contrato de cada assessoria. A faixa é a do atraso do título no dia da entrega, e cada faixa tem um percentual para pagamento novo e outro para colchão.
  67. O percentual é aplicado a cada pagamento, sem arredondar no caminho. A grade usada é a do cadastro no dia do cálculo, e não a que valia na entrega. Se a grade mudar, o cálculo seguinte já usa a nova.
  68. A comissão da Alfa foi de R$ 38,8 mil, ou R$ 0,130 por real recuperado. Beta e Delta ficam em R$ 0,127, e a Gama, em R$ 0,122.
  69. Com a mesma grade, essa diferença vem da fase dos títulos que pagaram, e não de eficiência. Custo por real menor não quer dizer assessoria melhor.
  70. Um clique no custo por real abre a comissão por faixa de atraso na entrega. Faixa a faixa, aparecem os percentuais da grade, os títulos, o valor pago e a comissão.
  71. Atenção ao recorte. O detalhe soma o que as entregas das safras escolhidas renderam, da entrega até a data de referência. Não é o período consultado, e só fecha com a linha de cima quando o período cobre todas as safras.
  72. Cada linha diz de onde vem o custo: qual faixa de atraso paga mais comissão, e sobre quanto recuperado.
  73. Um novo clique no mesmo número fecha o detalhe. A tabela volta à visão por assessoria, no período consultado.
  74. O resultado líquido vem em destaque, porque é a coluna que se lê primeiro. Para a Alfa, são R$ 258,9 mil. No total, R$ 543,3 mil.
  75. O desconto concedido é a renúncia do credor nos acordos que a assessoria fechou no período. Ele vem em reais e como percentual do valor negociado.
  76. Nos acordos da Alfa, o desconto somou R$ 65,8 mil, 19,7% do valor negociado. Na Gama e na Delta, passa de 21%.
  77. O desconto aparece ao lado, e nunca é subtraído do recuperado. O recuperado já é o valor com desconto, e subtrair de novo contaria a renúncia duas vezes.
  78. Desconto por real divide o desconto concedido pelo recuperado. Na Alfa, são R$ 0,221 por real recuperado, e na Delta, R$ 0,240.
  79. O desconto vem dos acordos fechados no período. O recuperado vem dos pagamentos do período, que podem ser de acordos mais antigos.
  80. Pagamentos conta as parcelas pagas no período. O tíquete do pagamento é o recuperado dividido por elas: R$ 282,24 na Alfa e R$ 310,62 na Delta.
  81. Acordos conta os que a assessoria registrou no período, mesmo que algum seja cancelado depois. O tíquete do acordo é o valor acordado dividido por eles: R$ 1.154,32 na Alfa e R$ 1.460,58 na Delta.
  82. A Delta tem o maior tíquete de acordo e também o maior desconto por real. Vale ler os dois números juntos.
  83. Os números com ícone de lista abrem os títulos por trás deles. A lista de Pagamentos vale desde a entrega, não só no período, e a de Colchão traz os entregues com acordo em andamento.
  84. No painel Financeiro — Caixa Realizado, a comissão da empresa é a gravada em cada parcela paga, e dá outro número. Aqui vale a grade contratada com a assessoria.
  85. No total, as quatro recuperaram R$ 622,9 mil, a R$ 0,128 de comissão por real. Nos acordos delas, o desconto somou R$ 140,0 mil, 20,0% do negociado.
  86. Essa é a leitura do dinheiro. A seguir, a Carteira mostra o que aconteceu com os títulos que cada assessoria recebeu.
O contrato contra o que aconteceu: a cota, a capacidade, o piso e o teto de cada assessoria, a carteira parada, a rolagem acordo-neutra e a cura por pagamento, a migração de atraso e para onde foi a carteira entregue. Tela real do revo360, com narração, música de fundo e legendas. Dados fictícios, gerados por IA; qualquer semelhança é mera coincidência.

Neste vídeo

A narração, por escrito
  1. Seção Carteira: cada assessoria está dentro da cota, da capacidade, do piso e do teto? E a carteira entregue: fica parada, piora de faixa de atraso, cura ou sai da custódia sem recuperação?
  2. Contrato contra realidade. Barra cheia: fatia do saldo entregue. Barra hachurada: fatia do recuperado. Traço vertical: cota contratada.
  3. Cota: a configuração de hoje do credor, sem histórico. Fatia entregue: saldo entregue a ela nas safras escolhidas ÷ saldo entregue a todas.
  4. Fatia recuperada: recuperado por ela no período ÷ recuperado por todas, colchão incluído. O pagamento conta para quem tinha o título no fim da véspera.
  5. ALFA: cota 40,0%, recebeu 40,0% do saldo e trouxe 47,8% do recuperado: +7,8 p.p.
  6. DELTA: recebeu 15,0% e trouxe 10,2%, −4,8 p.p. BETA: −0,1 p.p. GAMA: −2,8 p.p.
  7. Fatia recuperada acima da entregue: rendeu mais que a parte recebida. Bases diferentes: contrato, safras e período. Os denominadores usam todas as assessorias do credor, mesmo com filtro.
  8. A cota vale por fase. Em cada fase com cota: a cota contratada e a fatia do saldo entregue de fato. Contrato contra entrega, fase a fase.
  9. 361 a 720 dias: ALFA cota 40,0%, entregue 40,6%. DELTA cota 15,0%, entregue 14,0%. 721 dias ou mais: as quatro praticamente na cota.
  10. Em fase sem cota contratada: 10.473 títulos em custódia, R$ 18,2 milhões de saldo na entrega, 33,5% do saldo em custódia.
  11. Nesta base, são as fases de até 360 dias, sem cota. Com distribuição por devedor, um título de outra fase pode chegar junto com os demais do mesmo devedor: não é erro de distribuição.
  12. Capacidade não é cota: capacidade é quanto a assessoria aguenta, cota é o que o credor dá a ela em cada fase. As duas são a configuração de hoje, sem histórico.
  13. Uso = títulos em custódia na data de referência ÷ capacidade em títulos. ALFA: 13.182 de 100.000 = 13,2%.
  14. Piso e teto: limites de participação do contrato, comparados com a fatia do saldo em custódia. ALFA: 40,0%, entre 10,0% e 45,0%. Dentro do piso e do teto.
  15. Ressalva: no contrato, piso e teto são percentuais do distribuído em cada rodada. A base da tela é outra e aparece ao lado, na coluna da fatia. Fora da faixa: “Abaixo do piso” ou “Acima do teto”.
  16. Contrato e vigência: a vigência não recorta o painel. A capacidade é do contrato: custódia, uso e fatia somam todos os credores, mesmo com filtro de credor.
  17. EPSILON: contrato inativo. Uso “—”, sem julgamento por piso e teto. Sem carteira no período: fora de rankings e gráficos, com cotas inativas de 15,0% e 30,0%.
  18. A tela mostra, não redistribui: nada aqui move carteira ou muda cota. A diferença entre fatia entregue e fatia recuperada serve à conversa de redistribuição.
  19. Carteira parada: dos títulos em custódia com saldo, quantos estão há mais de 15 dias sem acionamento. Acionamento é o que a assessoria informou, com ou sem contato.
  20. Dias sem acionamento: do último acionamento da assessoria, ou da entrega, até a data de referência. Taxa = parados ÷ títulos em custódia com saldo. Sem parcela em aberto é resolvido, não parado.
  21. Barra: taxa parada contra a meta do credor, quanto menos melhor. Se a maior e a menor taxa distam menos de 2 p.p., ou a diferença cabe no acaso, a barra dá lugar a uma frase com os números.
  22. Por dias sem acionamento: até 15, e parado acima disso. Nunca acionado: sem nenhum acionamento da assessoria desde a entrega. Passado o limite, também conta como parado.
  23. Regra do painel: todo número com o ícone de lista, como Parados, abre os títulos por trás dele.
  24. Estoque na data de referência: não muda com período nem horizonte. Limite de 15 dias: padrão do produto. Quem só reporta pelo histórico do título fica “Sem fonte”, nunca 100% parada.
  25. Atenção: no painel Qualidade & Contato, sem toque em 12 meses conta títulos sem nenhum toque em um ano, pela assessoria atual. É outra medida, não a carteira parada.
  26. Rolagem e cura: duas medidas de piora, a rolagem acordo-neutra da safra de entrega e a Migração de Atraso, e a cura por pagamento no horizonte do filtro, 30 dias.
  27. Acima de 360 dias na entrega já é a última faixa: sem para onde piorar, fica fora da taxa. ALFA: 9.021 dos 13.182 entregues.
  28. No conjunto: 22.571 títulos, 68,4% dos entregues, já passavam de 360 dias. Só 10.444 podem rolar: a taxa é calculada sobre eles.
  29. Rolagem acordo-neutra = rolaram ÷ podem rolar. Rolou: faixa pior no horizonte, ou saída por causa atribuível à assessoria. Atraso pela obrigação aberta mais antiga: o acordo só zera o atraso quando é quitado.
  30. Liquidado não rola. Saída por decisão do credor ou sem motivo registrado, até o horizonte, sai do numerador e do denominador.
  31. ALFA: 2.187 de 4.161 = 52,56%. A menor é a da DELTA, 50,82%. Conjunto: 52,01%. Por esta medida, as quatro quase não se separam.
  32. Vantagem sobre o esperado = esperado ÷ observado. Acima de 1: rolou menos que as outras com a mesma carteira. ALFA 1,01. GAMA 0,98.
  33. Mesmo número do quadro do Índice de mérito, que junta caixa, rolagem acordo-neutra e quebra de acordo. Embaixo, a cesta em que o esperado foi calculado.
  34. Cura por pagamento: entregues em atraso que estavam em dia, ou sem obrigação em aberto, no horizonte, com pagamento atribuído até lá. ALFA: 83 de 11.892 = 0,70%.
  35. BETA, GAMA e DELTA: 35, 26 e 20 curas, abaixo do mínimo de 60 eventos. No lugar da taxa, o selo “Sem evidência”. Regra do painel: sem evidência é resposta, não zero.
  36. Cada célula: rolagem acordo-neutra dos títulos daquela faixa de atraso na entrega. Referência da coluna: o conjunto das assessorias, inclusive a da linha.
  37. Referência, o conjunto das assessorias: rolagem de 92,60% na faixa de 1 a 30 dias e de 10,99% na de 181 a 360 dias.
  38. Compare dentro da coluna. Até 3% de diferença relativa para a referência: igual, em cinza. Acima de 10%: muito pior ou muito melhor.
  39. De 3% a 10%: pior ou melhor. A diferença que cabe no acaso também é igual. O ícone repete o sentido: a cor nunca vai sozinha.
  40. DELTA, 91 a 180 dias: 29,55% contra 23,96% do conjunto, muito pior. Célula com menos de 60 títulos fica sem cor: base pequena.
  41. Migração de Atraso: o estoque nas duas últimas fotos da carteira, por assessoria na foto inicial, na régua em que o acordo novo cura. É o número do painel Migração de Atraso.
  42. Taxa = pioraram ÷ títulos ativos da assessoria na foto inicial, inclusive os que já passavam de 360 dias.
  43. Foto de 07/10/2026 contra a do dia anterior. Na foto inicial, 32.625 títulos das quatro. O conjunto rolou 10,5%.
  44. Sem fase nem horizonte. Vale a foto elegível mais recente, não a data de referência. O ícone da linha abre o painel Migração de Atraso com a assessoria no filtro. O link abaixo abre o painel com a matriz completa.
  45. Não se comparam número a número: população, janela, régua e denominador diferentes. Podem apontar para lados diferentes. Acordo-neutra: mérito, entra no Índice de mérito. Migração de Atraso: número de operação do painel vizinho.
  46. Cada entrega tem um só desfecho no horizonte: liquidada, em custódia, saída da custódia ou em maturação. A saída tem três motivos: provocada pela assessoria, decisão do credor ou sem motivo registrado.
  47. Mais de 99% do entregue permanece em custódia nas quatro: as barras mostram só o que foi liquidado ou saiu, na escala da maior. O que permanece está escrito sob cada barra.
  48. ALFA: Liquidado 91, 0,13% do saldo. Permanece em custódia 13.091, 99,87%. Liquidados: BETA 45, GAMA 30, DELTA 27.
  49. Alternador “Títulos”: barras e percentuais passam a contar títulos, e não o saldo na entrega.
  50. Liquidado, aqui: título sem parcela em aberto, com pagamento desde a entrega. A Liquidação dos cartões de números é outra conta: pagamento novo ÷ saldo entregue.
  51. Saída da custódia sem recuperação: saldo que saiu por causa atribuível à assessoria, sem liquidação ÷ saldo entregue que completou o horizonte, sem as saídas que não são dela. Nas quatro: sem evidência, nenhum evento, mínimo de 60.
  52. Hoje a troca de custódia não registra o motivo: nenhuma saída pode ser classificada como provocada. Saída por decisão do credor ou sem motivo não conta contra a assessoria e sai da base.
  53. Os segmentos de liquidado e de saída abrem a lista dos títulos. O sinal que antecede a saída da custódia é a carteira parada.
Quanto tempo cada assessoria leva da entrega ao primeiro toque, ao contato com a pessoa certa e ao caixa: a régua do relógio, a curva do primeiro toque, a escada de marcos e o mapa da arrancada. Depois, o processo: do acionamento ao pagamento, contato e promessa, e os negociadores. Tela real do revo360, com narração, música de fundo e legendas. Dados fictícios, gerados por IA; qualquer semelhança é mera coincidência.

Neste vídeo

A narração, por escrito
  1. Relógio da assessoria: quanto tempo cada assessoria leva da entrega ao primeiro toque, ao contato com a pessoa certa (CPC) e ao caixa. Nada daqui entra na Nota BSC nem no Índice de mérito.
  2. Contado da entrega: este ambiente não registra o envio da carteira à assessoria. A entrega é o marco zero.
  3. Regra do painel: toque, contato e promessa são o que a assessoria informa, e um SMS automático informado conta como toque. Acordo e pagamento vêm do sistema do credor.
  4. O toque só conta quando quem o informou tinha o título naquele instante. Acionamento só pelo histórico do título, ou ninguém informando: Sem fonte. Sem fonte não é zero, é ausência de medida.
  5. O relógio lê as entregas das safras escolhidas, de 10/2025 a 09/2026. Nem o período consultado nem o horizonte mudam estes números.
  6. A régua do relógio: uma linha por assessoria, da que toca metade da carteira mais cedo à mais tarde. Embaixo, o conjunto das assessorias do recorte, mesmo com o filtro ligado.
  7. A frase só afirma uma diferença quando a mais lenta leva 1,5 vez o tempo da mais rápida e pelo menos 24 h a mais, com 60 entregas ou mais e a coorte completa. Fora disso, dá o intervalo entre a primeira e a última, ou o mesmo tempo.
  8. Entregas: cada vez que um título chega a uma assessoria, nas safras escolhidas. É a base dos tempos e das taxas da linha.
  9. Metade, 75% e 90% da carteira tocadas em: não é a média de quem foi tocado. A entrega nunca tocada conta como não alcançada.
  10. Horas corridas desde o instante da entrega: noite, fim de semana e feriado contam. Até 48 h, em horas. Acima, em dias.
  11. Primeira semana: medida de hora em hora. Depois, de 6 em 6 horas até 30 dias, com o tempo interpolado dentro do intervalo.
  12. Régua de 0 a 30 dias: o ponto é a metade da carteira, a marca curta 75% e o traço vai até 90%. O conjunto aparece como anel.
  13. Em 24 h e em 72 h: a parte da carteira tocada antes de completar 24 e 72 horas corridas.
  14. Até o 7º dia: dias de calendário, o dia da entrega é o dia 0. É o mesmo número de Primeiro acionamento em 7 dias, no Processo.
  15. Uma conta por nome: horas corridas e dias de calendário são relógios diferentes, e 168 horas não é o 7º dia. Não compare um ponto em horas com um ponto em dias.
  16. Sem toque, em custódia: títulos que a assessoria ainda tem e nunca acionou desde a entrega. O número abre a lista dos títulos.
  17. Embaixo, o saldo desses títulos na entrega, não o de hoje. A fila são títulos da assessoria sem nenhum acionamento informado por ela até a data de referência.
  18. Acima de 30 dias: observada até o fim, não chegou ao ponto. Em maturação: a safra ainda não chegou lá.
  19. Parcial: nem todas as entregas chegaram ao ponto, e o número ainda vai mudar. Base pequena: menos de 60 entregas.
  20. Saída por decisão do credor ou sem motivo registrado: deixa a conta na saída. Saída provocada pela assessoria: fica na conta, e o título recolhido sem toque conta como falha.
  21. Curva do primeiro toque: de hora em hora, nas primeiras 72 horas, a parte da carteira já tocada. A linha tracejada é o conjunto das assessorias.
  22. Eixo de 0 a 100%. Horizontais: metade da carteira e 90%. Verticais: 24 h e 72 h.
  23. Cada ponto: entregas tocadas ÷ entregas observadas até ali. Ponto vazado: menos de 99% das entregas chegaram ao ponto.
  24. A legenda resume cada linha com os pontos da régua: a parte tocada em 24 h e em 72 h.
  25. Janela de 30 dias: dias de calendário, o dia da entrega é o dia 0. A vertical marca o 7º dia, e a legenda resume o 7º e o 30º dia.
  26. A dica traz a parte tocada e quantas entregas isso representa. No 7º dia, o mesmo número da régua e do Processo.
  27. Primeiro CPC: a curva passa ao primeiro contato com a pessoa certa. No 7º dia, o mesmo número de Primeiro CPC em 7 dias, no Processo.
  28. CPC: acionamento informado com ocorrência que o credor marca como contato com a pessoa certa. Sem essa marca, conta como toque, não como CPC.
  29. Todo CPC é também um toque: esta curva nunca passa da curva do toque. A distância entre as duas é a carteira tocada que ainda não chegou à pessoa certa.
  30. CPC nas primeiras 72 horas, de hora em hora: quem chega à pessoa certa ainda na arrancada.
  31. De volta ao primeiro toque. Um clique numa linha ou num nome filtra a tela inteira pela assessoria.
  32. Da entrega ao caixa: a escada de marcos. Primeiro toque, primeiro CPC, primeiro acordo e primeiro pagamento novo.
  33. O ponto: o dia em que metade das que chegaram ao marco já tinha chegado. O traço: até o dia em que 75% chegaram.
  34. Chegaram em 30 dias: o alcance, em percentual e em número. Tempo curto com alcance pequeno: poucas chegaram, e rápido.
  35. Dias de calendário. Acordo: de quem o fez. Pagamento novo: de quem tinha o título na véspera, sem o colchão.
  36. Toque e CPC dependem do que a assessoria informa. Acordo e pagamento, não: sem fonte de acionamento, só os dois primeiros degraus ficam sem número.
  37. Primeiro toque, metade chegou em: Alfa 2 dias, Beta 4, Gama 7, Delta 8.
  38. 75% chegaram em: Alfa e Beta 11 dias, Gama e Delta 14. Conjunto: metade em 4 dias, 75% em 11.
  39. Primeiro CPC: as quatro empatam, metade em 11 dias e 75% em 21. A diferença do toque não aparece no tempo até a pessoa certa.
  40. Primeiro acordo, metade em: Alfa, Beta e Gama 15 dias, Delta 14. 75%: Alfa, Beta e Gama 22 dias, Delta 21.
  41. Primeiro pagamento novo, metade em: Alfa, Gama e Delta 15 dias, Beta 16. 75% em 22 dias nas quatro.
  42. 6 dias separam Alfa e Delta no primeiro toque. No primeiro pagamento, a maior distância é de 1 dia. O relógio não mede o caixa: não conclua que a mais rápida recupera mais.
  43. O tempo é só de quem chegou ao marco: leia ao lado do alcance. Tempos de marcos diferentes não se somam: cada marco tem a própria população.
  44. No primeiro pagamento novo, o mesmo número do quadro Tempo até o primeiro pagamento novo, na Financeira, com o horizonte em 30 dias.
  45. Mapa da arrancada: em que dia caiu o primeiro toque de cada entrega. Cada linha soma 100% das entregas da assessoria.
  46. D0 é o dia da entrega, D1 o seguinte, até D14. Depois: do dia 15 ao 30, 'depois de 30' quando houver, e nunca.
  47. A cor compara só D0 a D14: mais forte, maior a fatia. '15 a 30' e 'nunca' vêm só com o número: na mesma escala, o bloco de 16 dias seria sempre o mais escuro.
  48. Cor concentrada no começo: a assessoria arranca. Espalhada até a segunda semana: ela demora.
  49. Nunca: sem toque até a data de referência, ou até a véspera da saída. Safra com menos de 30 dias: inclui entregas que ainda podem ser tocadas.
  50. Uma casa decimal: são fatias que somam 100%. A dica mostra a fatia e o número de entregas.
  51. Processo: do acionamento ao pagamento, onde cada assessoria perde o devedor, e quanto produz cada negociador.
  52. Do acionamento ao pagamento: linhas são etapas, colunas são assessorias. A primeira linha: acionamentos do período, em número.
  53. As demais etapas, por 100 acionamentos: atendidas, CPC, promessas, acordos e pagamentos novos.
  54. Atendida e CPC: pela marca da ocorrência do credor. Promessa: acionamento com data de promessa. Acordo: de autoria da assessoria, no dia do registro. Pagamento novo: sem o colchão.
  55. A barra compara as assessorias dentro da etapa: cada linha tem a própria escala.
  56. A dica traz o número do período e a passagem da etapa anterior, quando não passa de 100%.
  57. Não é funil estrito: pagamento não exige promessa nem acordo no período. Procure a etapa em que uma assessoria se separa das outras.
  58. Contato e promessa: as taxas de cada assessoria contra o conjunto das assessorias, na linha de referência.
  59. CPC por acionamento, promessas por CPC e promessa cumprida: do período consultado, de 01/09 a 30/09/2026.
  60. Vêm das safras de entrega. Títulos com contato (CPC): horizonte de 30 dias. Primeiro acionamento e primeiro CPC em 7 dias: entregas que completaram 7 dias, e a não tocada conta como falha.
  61. Promessa cumprida: pagamento do título em até 7 dias, antes da promessa seguinte, sobre as promessas feitas há 7 dias ou mais.
  62. No Dashboard de Promessas a taxa é de 30 dias e inclui promessas sem prazo completo. Aqui, 7 dias, só as completas: não é o mesmo número.
  63. Cor de melhor ou de pior só quando a diferença para o conjunto passa do que o acaso explica. Cinco degraus, de muito pior a muito melhor, com cinza no meio. Desvio de até 3%: igual.
  64. O ícone repete a leitura da cor. Célula esmaecida, sem cor: base pequena, menos de 60 casos no denominador.
  65. A dica mostra o numerador e o denominador da taxa. Na base pequena, avisa antes quantos casos havia.
  66. Acionamentos por mil títulos-dia: informativo, sem cor. Sem classificação: acionamentos sem ocorrência reconhecida pelo credor, e menos é melhor.
  67. Coluna zerada em todas as assessorias não aparece: uma nota avisa, como 'Todos os acionamentos do período chegaram com ocorrência classificada.'
  68. Não reportado: tem carteira, não informou, e outra informou. Vale zero na Nota BSC. Sem fonte: não é medido, e não vale zero.
  69. As taxas de contato e de promessa são indicadores da perspectiva Processo: contam na Nota BSC conforme a meta e o peso do credor. Ficam fora do Índice de mérito: quem as informa é a assessoria.
  70. A referência usa todas as assessorias do recorte, mesmo com o filtro ligado. Primeiro acionamento em 7 dias é fato medido, não prazo contratado.
  71. Atalhos: Qualidade & Contato, para a insistência por título. Dashboard de Acionamentos, para o detalhe por canal e ocorrência.
  72. Negociadores: uma linha por negociador, com acionamentos, atendidas, CPC, taxa de CPC e promessas do período.
  73. O negociador é o operador que a assessoria informa, pelo login que ela envia. É a única leitura abaixo da assessoria, direto da tabela de acionamentos.
  74. O total só bate com o funil quando todo acionamento informado cai na custódia de quem informou.
  75. Clique no cabeçalho ordena, sem gravar. Taxa de CPC: a parte dos acionamentos do negociador que virou contato com a pessoa certa.
  76. Totais do período, nunca por dia. O filtro de fase não recorta este quadro.
  77. O relógio mostra o ritmo. O processo, o caminho até o caixa. A seguir: qualidade e conformidade.
A nota de qualidade das análises e as fontes que ainda não estão conectadas; a custódia: se as carteiras são comparáveis, as entradas e saídas, de quem para quem e o mesmo devedor em mais de uma carteira; os títulos por trás de cada número; a metodologia; e as metas, os pesos e os gatilhos que o credor cadastra. Tela real do revo360, com narração, música de fundo e legendas. Dados fictícios, gerados por IA; qualquer semelhança é mera coincidência.

Neste vídeo

A narração, por escrito
  1. Qualidade e conformidade. Este bloco mostra a Nota de qualidade das análises feitas sobre os acionamentos de cada assessoria e, à parte, o que ainda não tem fonte de dados.
  2. Cada análise está ligada a um acionamento que a assessoria informou. Só entra acionamento com contato com a pessoa certa, o CPC. A análise conta para a assessoria daquele acionamento, no dia em que ele aconteceu.
  3. Análises é o tamanho da amostra. Cobertura = análises ÷ CPC do período: a parte desses contatos que foi de fato avaliada.
  4. Nota média = soma das notas ÷ análises. Aprovadas = análises com nota 70 ou mais ÷ análises. Ao lado do percentual, ícone e texto dizem: na meta ou abaixo da meta.
  5. Leia como indício, não como auditoria: a amostra é pequena, não foi sorteada e não tem gravação. Com poucas análises, a diferença entre duas assessorias pode ser acaso.
  6. A coluna Meta traz a meta de aprovadas. É essa comparação que entra no placar, na perspectiva Qualidade e conformidade. A nota média é contexto e fica fora da Nota BSC.
  7. Total: junta as assessorias da tela e refaz as taxas sobre a soma. Quando a nota não pode ser julgada, a célula de Aprovadas mostra o selo do estado, como Sem evidência, no lugar do percentual.
  8. Fontes ainda não conectadas: os indicadores do catálogo que este ambiente ainda não mede. Cada um diz o que mediria e o que falta ligar, como gravação sorteada, reclamações e pesquisa de satisfação.
  9. Sem fonte não é nota zero: o indicador não é medido. Se ele tem peso, a cobertura da Nota BSC mostra que essa parte ficou de fora.
  10. Gravação entregue: a lista mostra quantos acionamentos chegaram com gravação. O indicador continua sem fonte, porque ainda não há sorteio de ligações.
  11. Churn é a perda do cliente do credor depois da cobrança. Este painel ainda não o mede: depende de dado do sistema do credor. Não confunda com a saída da custódia sem recuperação, na seção Carteira.
  12. Custódia: se as carteiras são comparáveis, quem recebeu o quê e quando, e para onde foi o que saiu. Tudo vem das janelas de custódia, que registram com qual assessoria o título esteve, de tal dia a tal dia.
  13. O primeiro quadro diz se a comparação do placar é justa: quanto a carteira entregue a cada assessoria difere, na composição, da entregue às outras.
  14. Padrão: grupo de fase × faixa de saldo, em saldo entregue. Índice = metade da soma das diferenças de participação de cada estrato entre a carteira dela e a das outras. 0% = composição idêntica.
  15. Limite: 5%, ou o dobro do acaso em carteira pequena. Até o limite: Homogênea. Acima: Diferente das outras, e a diferença de resultado pode ser de carteira.
  16. Em saldo, o acaso usa o tamanho eficaz: saldo concentrado em poucos títulos vale como carteira menor. Maior diferença: o estrato mais distante, em p.p.
  17. O Índice de mérito já compara dentro de fase e saldo. A Dimensão mostra se produto, UF e tipo de pessoa também estão equilibrados. Na UF, vale o endereço de hoje do cliente.
  18. A Medida troca o saldo na entrega pela contagem de títulos. A referência são sempre as outras assessorias do mesmo credor, mesmo com o filtro ligado. Só entram safras que o placar guarda inteiras.
  19. Entrada = início de uma janela, no dia da entrega. Saída = fim da janela ou devolução do título ao credor, o que vier primeiro.
  20. Com 8 dias ou mais de movimento: gráfico, entradas acima do zero e saídas abaixo, com o alternador Títulos | Saldo na entrega. Com mais de 60 dias, cada barra junta 7 dias. Com menos de 8 dias: a tabela Movimentos por data.
  21. O saldo é sempre o da entrega, também na saída. A contagem é de janelas: o título que saiu e voltou conta duas vezes.
  22. Este quadro não segue o período consultado: vai da primeira safra de entrega escolhida até a data de referência. Não tem fase: o filtro de fase não o recorta.
  23. De quem para quem. Linhas: de onde o título saiu. Colunas: para onde foi. Operação própria é a cobrança do próprio credor. Assessoria fora do filtro aparece como Outra assessoria.
  24. Com saída de uma assessoria, um clique no número lista os títulos. Saída que não foi para outra assessoria aparece como Operação própria ou devolvido. A nota abaixo separa as saídas por motivo e conta as que saíram com o título liquidado.
  25. Régua, mérito e devolução ao credor: decisão do credor. Troca manual, pela ficha ou por lote: sem motivo registrado. Nenhuma saída aparece como provocada pela assessoria: nenhuma troca é registrada ainda como recolhimento.
  26. Mesmo devedor em mais de uma carteira: na data de referência, os devedores de cada assessoria e quantos também têm título na operação própria do credor ou em outra assessoria.
  27. O devedor é a ficha do cliente no sistema: duas fichas com o mesmo documento contam como dois. Devedores não se somam entre assessorias, por isso não há linha de total.
  28. Devedor atendido por duas frentes pode pagar numa e o resultado aparecer na outra. Havendo devedor em comum, uma linha abaixo mostra o par. Sobreposição alta pede distribuição por devedor, não por título.
  29. Títulos: nada é consultado sozinho. A lista aparece depois de um clique num número com o ícone de lista.
  30. Exemplo: os títulos parados de uma assessoria. A lista chega filtrada no servidor pela assessoria e pelo critério do número, com o credor e as fases do momento do clique.
  31. Uma linha por entrega de título a uma assessoria: o mesmo título pode aparecer mais de uma vez. Sem nome nem documento, só o código do cliente.
  32. Abrir ficha abre o título em outra aba, com as permissões da ficha. Veio de e Foi para: de quem a assessoria recebeu o título e para quem ele foi.
  33. As colunas do horizonte usam o horizonte do clique: aqui, 30 dias. O pago, separado em novo e colchão, vai até a data de referência. Saldo e atraso na entrega são a foto do dia da entrega.
  34. Exportar a grade: planilha com o que a grade mostra, nos filtros e na ordem dela, mais as faixas de atraso pela regra contábil, ocultas na tela. O nome do arquivo traz o critério e a data de referência.
  35. A grade tem linha de filtro, filtro no cabeçalho, ordenação por várias colunas e paginação. Fechar recolhe a lista e devolve o bloco ao estado inicial.
  36. Metodologia: texto montado com os parâmetros em vigor neste ambiente e nesta consulta. Leia antes de apresentar o placar a uma assessoria.
  37. A seção abre com as duas notas e os estados de um indicador. Depois vêm a atribuição, a lista de indicadores e a regra de cada medida, até os parâmetros em vigor.
  38. De quem é cada número. Pagamento: da assessoria que tinha o título na véspera. Acordo e boleto: de quem os fez. Acionamento: o que a assessoria informou.
  39. Safra e custódia: da assessoria que recebeu a entrega. Carteira parada: de quem tem o título na data de referência. A operação própria do credor não entra na comparação.
  40. Indicador por indicador: regra de cálculo, fonte e atribuição. A fonte é o sistema do credor ou o que a assessoria informa. O indicador sem fonte diz isso.
  41. Regra do painel inteiro: ele mede e mostra, não decide nem age. Não mexe em cota, não recolhe carteira e não executa gatilho.
  42. O painel não guarda o histórico das notas: a cada cálculo, o placar é refeito por inteiro, a partir das fontes.
  43. Parâmetros em vigor: data de referência, hora do cálculo e os padrões do produto, como 60 eventos para julgar, 15 dias para a carteira parada e nota 70 para aprovar.
  44. Metas e pesos: o que o credor cobra de cada indicador. Meta, pesos e gatilho, com o registro de quem alterou e quando.
  45. Só quem tem a permissão de editar metas e pesos vê os campos abertos. Os demais leem a mesma tabela, com o aviso de somente leitura.
  46. Nível: para quem vale a meta. 'Todas as assessorias' é a meta do credor. A meta de uma assessoria, quando existe, vence a do credor.
  47. No nível de uma assessoria, só meta, gatilho e ação se editam. Pesos e Usar são sempre do credor, para as notas continuarem comparáveis.
  48. De volta ao nível do credor: os indicadores agrupados nas quatro perspectivas, cada uma com o seu peso na Nota BSC.
  49. Financeira: 40% da Nota BSC. Dentro dela, o peso de cada indicador é relativo à soma dos pesos da perspectiva. Sem peso gravado pelo credor, vale o padrão do catálogo.
  50. Caixa: observado sobre esperado. Meta 1 = recuperar o mesmo que as outras com a mesma carteira. Peso 20 na Nota BSC e 50 no Índice de mérito. No mérito só pesa indicador que o credor verifica sozinho, medido por safra.
  51. Alterado: quando a linha mudou e quem a mudou. A linha do caixa foi gravada em 03/10/2026, às 23:08. Salvar de novo o mesmo valor não troca esse registro.
  52. Valor recuperado: meta 1,3%. Pagamentos recebidos: meta 7,5%. As duas são taxas sobre a carteira em custódia, por 30 dias: a mesma meta serve a qualquer assessoria.
  53. Títulos pagantes: meta 7,5% e gatilho em 4,5%, ação Alertar. Com o valor abaixo do gatilho, o placar acusa o limite em Limites ultrapassados, na visão Por perspectiva. Nenhuma ação automática acontece.
  54. Custo por real e desconto por real: sem meta, fora da nota. Recuperação líquida é valor em reais: informativo, não aceita meta.
  55. Carteira: 25% da Nota BSC. Rolagem acordo-neutra: meta 53%. Quebra de acordo: meta 10%. Nas duas, menor é melhor, com peso 25 no Índice de mérito.
  56. Carteira parada: meta 25%, peso 5 na Nota BSC. Cura por pagamento, saída da custódia sem recuperação e reincidência: sem meta. Tempo até o primeiro pagamento: informativo.
  57. Processo: 15% da Nota BSC. Qualidade e conformidade: 20%. Indicadores sem fonte aparecem com o selo Sem fonte: mesmo com meta, não viram nota até a fonte ser ligada.
  58. Usar liga ou desliga o indicador no placar do credor. Voltar ao padrão marca a linha: ao salvar, o que está gravado naquele nível é apagado e volta a valer o padrão.
  59. O rodapé soma os pesos dos indicadores de cada perspectiva: são relativos dentro dela e não mudam o peso da perspectiva. Pesos no Índice de mérito: caixa 50, rolagem acordo-neutra 25, quebra de acordo 25.
  60. Ao salvar, a Nota BSC desta tela é recalculada na hora, com as metas novas, sem recalcular o placar. A alteração vale para todos os usuários do credor.
  61. A gravação é tudo ou nada: um item recusado, nada gravado. A tela avisa quando o gatilho fica do lado bom da meta.
  62. Com este painel, o credor mede as assessorias com a mesma régua: quem entrega, quem está abaixo da meta e quanto custa cada real recuperado. Os números com o ícone de lista abrem os títulos por trás deles.
  63. No alto da tela, Analisar com a Môzi pede uma análise deste painel. A Môzi lê o mesmo recorte que está na tela.
  64. Dados fictícios, gerados por IA para demonstração. Alfa, Beta, Gama, Delta e Épsilon são assessorias de demonstração. Performance de Assessorias, no revo360.
  65. No próximo vídeo, a Môzi lê este mesmo painel e conta o que encontrou.
A Môzi, a analista de dados do revo360, lê o mesmo recorte da tela, sem nome de devedor nem documento, e devolve sinais vitais, manchete com selo de confiança, sumário executivo, narrativa, aprofundamento por bloco, objeções, pontos de atenção, sinais bons, plano de ação e métricas a acompanhar, com a metodologia e as ressalvas. Tela real do revo360, com narração, música de fundo e legendas. Dados fictícios, gerados por IA; qualquer semelhança é mera coincidência.

Neste vídeo

A narração, por escrito
  1. Tela real do revo360. Dados fictícios, gerados por IA. Qualquer semelhança é mera coincidência.
  2. O painel Performance de Assessorias já foi lido quadro a quadro. Agora quem lê é a Môzi, a analista de dados do revo360.
  3. Ela recebe os mesmos números da tela, com o período, as safras, os filtros da consulta e as ressalvas do painel. Não recebe nome de devedor, documento nem telefone: só números agregados.
  4. Um clique abre o painel da Môzi. Nada foi analisado ainda: ela espera a escolha da lente.
  5. Quatro lentes para a mesma leitura. Geral: visão equilibrada. CEO: resultado, risco e prioridade. Operação: o que fazer na ponta. Data Science: método, ressalvas e sinais.
  6. Ao lado, a profundidade. Completa: o relatório mais profundo. Rápida: um modelo mais leve, que custa menos e chega antes.
  7. Com a lente Geral e o modo Completa, um clique em Analisar com a Môzi envia os números. Enquanto ela lê, o painel mostra que a análise está em andamento e há quanto tempo.
  8. Esta análise, no modo Completa, levou pouco mais de dois minutos. O vídeo pula a espera.
  9. A leitura chega pronta, numa página só. No alto, os sinais vitais: os 8 números principais do painel.
  10. São os cartões da seção Números: R$ 54,3 milhões entregues, R$ 622,9 mil recuperados, liquidação de 1,13% em 30 dias, custo de R$ 0,13 por real recuperado e resultado líquido de R$ 543,3 mil.
  11. Na segunda linha, as taxas: títulos com contato, 58,74%; promessa cumprida em 7 dias, 40,45%; rolagem acordo-neutra, 52,01%.
  12. A manchete é a conclusão em uma frase: com carteiras estatisticamente parecidas, a Alfa recupera 47,8% do caixa com 40% do estoque; a Delta, só 10,2% com 15%.
  13. E fecha: é hierarquia de desempenho, não de carteira. A diferença está em como cada assessoria cobra, não nos títulos que recebeu.
  14. Abaixo da manchete, o selo de confiança: aqui, confiança média. Os limites da conclusão aparecem mais abaixo, nas objeções e nas ressalvas.
  15. O sumário executivo diz o que aconteceu e o que decidir. Dos R$ 54,32 milhões entregues, R$ 622,9 mil voltaram no período; resultado líquido de R$ 543,3 mil.
  16. A Alfa é a assessoria claramente superior: Índice de mérito de 75,2, contra 49,8 (Beta), 34,7 (Gama) e 17,0 (Delta). São os números do placar.
  17. A decisão proposta: concentrar o volume marginal em quem converte mais e cobrar plano de recuperação de Delta e Gama.
  18. A narrativa conta a história em 6 parágrafos. A liquidação de 1,13% assusta, mas é o piso esperado de carteira já inadimplente. A comparação que vale é entre assessorias, com a mesma régua.
  19. O 2º parágrafo confirma o ranking pelas faixas de confiança: a da Alfa (68,2 a 82,1) não cruza com as demais. O motor é o caixa: 1,374 vez o esperado na Alfa, 0,641 na Delta.
  20. O 3º blinda a conclusão: as carteiras são homogêneas. O índice de diferença de composição fica entre 0,37 e 2,05, bem abaixo do limite de 5.
  21. O 4º põe a Nota BSC em perspectiva: todas acima de 81, mas só a Alfa cumpre 10 de 11 metas; as outras, 3 ou 4. E cerca de 16% do peso ainda não tem nota.
  22. O 5º lembra os gatilhos: Gama abaixo do mínimo de CPC por acionamento, Delta abaixo em títulos pagantes. A tela só exibe os alertas, mas a ponta de baixo está fora do combinado.
  23. O último pede cautela: a tela não é regra de contrato. O caminho é um piloto controlado de realocação e um plano de recuperação com prazo.
  24. No aprofundamento por bloco, cada conclusão vem com a leitura, os números de onde saiu e um gráfico pequeno, feito com os dados da tela.
  25. Bloco 1, dinheiro na mesa: a liquidação de 1,13% é a taxa de base de carteira inadimplente, não um fracasso. No horizonte, 99,9% das entregas continuam em custódia.
  26. Bloco 2, ranking de mérito: a Alfa (75,2) tem vantagem estatística real. A Beta fica na média, perto de 50. A Delta (17,0) fica isolada na base.
  27. Bloco 3: as fatias entregues (40/25/20/15%) batem com as cotas contratadas. A liquidação vai de 1,349% (Alfa) a 0,766% (Delta): execução, não perfil de títulos.
  28. Bloco 4: a Nota BSC é alta em todas porque cada indicador tem teto e a perspectiva Carteira dá 100 às quatro. Vale olhar as metas cumpridas: 10, 4, 4 e 3, de 11.
  29. Bloco 5, velocidade: a Alfa toca metade da carteira em 45,6 h; a Delta, em 7,8 dias. A cada 100 acionamentos: 3,62 pagamentos novos na Alfa, 1,48 na Delta.
  30. A Môzi repete a ressalva do painel: o relógio é declarado e não entra nas notas. Rapidez não prova caixa, mas aqui o padrão acompanha o resultado.
  31. Bloco 6, gatilhos: Gama com 29,97% de CPC por acionamento (mínimo de 30,00%). Delta com 2 alertas, a começar por títulos pagantes: 4,04% (mínimo de 4,50%).
  32. Em seguida, a seção que mais diferencia esta leitura: as objeções. A Môzi faz o advogado do diabo e procura o que pode derrubar a própria conclusão.
  33. 1ª objeção: o Índice de mérito usa só 2 indicadores, e a rolagem quase não separa. O ranking é robusto para a Alfa, frágil entre Beta e Gama, cujas faixas se tocam.
  34. 2ª objeção: a Nota de qualidade vem de amostra pequena e não sorteada, só de ligações com contato. As diferenças (67,8 a 69,7) cabem no ruído: indício, não veredito.
  35. 3ª objeção: o relógio não mede caixa e conta a partir da entrega. Não dá para concluir que a mais rápida recupera mais só pela velocidade.
  36. 4ª objeção: o recuperado inclui o colchão, de acordos anteriores à entrega: R$ 4.662 na Alfa, R$ 950 na Delta. É pouco, e a comparação de mérito já o exclui.
  37. 5ª objeção: o horizonte de 30 dias. A liquidação ainda subia no fim da janela; safras recentes podem não ter amadurecido. É retrato parcial, não desfecho final.
  38. Pontos de atenção: onde agir primeiro. A Delta é a prioridade de intervenção: Índice de mérito 17,0, liquidação de 0,766% e 2 gatilhos de alerta estourados.
  39. A Gama está na fronteira do gatilho de CPC, com caixa abaixo do esperado (0,824). Pede acompanhamento próximo.
  40. O primeiro toque é lento na ponta de baixo: a Delta toca só 8,47% da carteira em 24 h; a Gama, 16,88%. Cada dia de atraso consome a janela de 30 dias.
  41. A quitação total é rara em todas: de 0,087% a 0,127% do saldo entregue. O caixa vem de pagamentos parciais e acordos: há risco de quebra futura fora desta janela.
  42. Depois, os sinais bons. A Alfa mostra um teto de desempenho na carteira do próprio credor: caixa 37% acima do esperado.
  43. Carteira parada melhor que a meta em todas: de 20,6% a 21,1%, contra a meta de 25%. Nenhuma deixa estoque relevante sem tratamento.
  44. As carteiras homogêneas tornam a comparação legítima, sem o viés de composição que costuma contaminar esse tipo de ranking.
  45. O custo por real recuperado é baixo e parecido: de R$ 0,122 a R$ 0,130. A diferença de resultado vem do volume recuperado, não da grade de comissão.
  46. O plano de ação vem priorizado, numa tabela: ação, impacto esperado, esforço e prazo.
  47. Ação 1, piloto controlado: mover para a Alfa parte da próxima safra da Delta, com composição equivalente, e medir o caixa a mais. Para um volume igual à carteira da Delta: cerca de R$ 47 mil a mais por 30 dias.
  48. Ação 2, plano formal de recuperação com a Delta: metas de primeiro toque e revisão em 30 dias, antes de qualquer decisão sobre cota.
  49. Ação 3, alerta formal à Gama sobre o CPC por acionamento, com plano de contato por horário e canal. Esforço baixo, prazo imediato.
  50. Ação 4, transformar em padrão o que a Alfa já faz: o primeiro toque em 24 a 48 h, como regra mínima para todas as assessorias.
  51. Ação 5, cuidar da medida: ampliar e sortear a amostra da Nota de qualidade antes de usá-la em decisão de contrato.
  52. Os valores de impacto são estimativas de ordem de grandeza, e a própria análise avisa. A Môzi propõe e mostra a conta. Quem decide é o credor.
  53. Para acompanhar, 6 métricas: liquidação em 30 dias por assessoria, caixa observado sobre esperado, carteira tocada em 24 h, gatilhos, pagamentos novos por 100 acionamentos e caixa a mais do piloto.
  54. A leitura termina com a metodologia e as ressalvas. De onde saiu cada número: eventos de 09/2026, safras de 10/2025 a 09/2026, horizonte de 30 dias.
  55. Ela separa as bases, como o painel pede: indicadores de evento no período, de safra no horizonte, e a carteira parada como estoque na data de referência.
  56. E repete os limites da conclusão: forte para a Alfa, fraca entre Beta e Gama, liquidação ainda parcial, Nota de qualidade como indício, relógio fora das notas.
  57. No alto do painel, o botão de exportar gera o relatório para imprimir ou salvar em PDF.
  58. A mesma leitura pode ser refeita por outra lente. Com os mesmos números, a lente CEO olha resultado, risco e prioridade; a de Operação diz o que fazer na ponta.
  59. Ao lado, Investigar causa raiz compara duas fotos da carteira, com 7 a 90 dias entre elas, e aponta o que mudou e por quê.
  60. A Môzi não substitui a leitura do painel. Ela parte da mesma tela, mostra as contas e deixa as dúvidas à vista. A decisão continua com o credor.

Em volta do placar

Os outros painéis do revo360 Analytics, em 2 minutos

O Cockpit revo360 reúne os painéis da carteira, da operação, do call center, do caixa e do jAcob Lab. Este vídeo, com narração, passa por todos.

O Cockpit do revo360 Analytics, seção por seção: assessorias, posição e diagnóstico da carteira, operação e contato, o call center ekovox, propostas de exceção, resultado e caixa, backoffice, o jAcob Lab e a manutenção. No fim, a Môzi, que lê cada painel e escreve a análise. Tela real do revo360, com narração, música de fundo e legendas. Dados fictícios, gerados por IA; qualquer semelhança é mera coincidência.
O que o vídeo mostra, quadro a quadro
  1. O Cockpit revo360, a porta de entrada dos painéis do revo360 Analytics.
  2. No topo, o diagnóstico da carteira numa frase, com os números.
  3. Assessorias: performance, custódia e entrega, metas e metodologia.
  4. Posição e diagnóstico, operação e contato, com o atendimento no WhatsApp e quem ficou de fora da fila.
  5. O call center ekovox em tempo real: cockpit, monitor da equipe, agentes de IA, discador e receptivo.
  6. Propostas de exceção, resultado e caixa, backoffice, o projeto revo360, o jAcob Lab e a manutenção.
  7. No fim, a Môzi: a IA do revo360 que lê cada painel e escreve a análise.
A narração, por escrito
  1. O ecossistema revo360 tem mais de 50 painéis.
  2. Para a gestão à vista e a análise da carteira, tudo começa no Cockpit.
  3. No topo, o diagnóstico da carteira, numa frase, com os números.
  4. Assessorias: a performance de cada uma, a custódia e a entrega, as metas e a metodologia.
  5. Posição e diagnóstico: a carteira, o produto, a migração de atraso, a safra, a visão executiva e o minerador de dados.
  6. Operação e contato: os acionamentos, os mailings, as promessas e o desempenho da equipe.
  7. O atendimento no WhatsApp, a qualidade do contato, e quem ficou de fora da fila e da distribuição.
  8. O call center ekovox, em tempo real: o cockpit, o monitor da equipe e os agentes de IA.
  9. As equipes ao vivo, o discador, a penetração das listas e o resultado da discagem.
  10. E a fila receptiva, o receptivo, os retornos de ligação, a saúde da linha e a capacidade.
  11. Propostas de exceção: o painel e o kanban de aprovação.
  12. Resultado e caixa: a carteira de acordos, o caixa realizado e o forecast de recuperação.
  13. No backoffice: a saúde dos pagamentos, o Control Desk, o estúdio da Héstia e o jurídico.
  14. O projeto revo360: o cockpit do projeto e a base de conhecimento.
  15. O jAcob Lab: a régua de cobrança como estratégia versionada.
  16. Com as estratégias, os lotes do dia, o painel executivo, o monitor técnico e a configuração.
  17. E a manutenção: a saúde do ambiente e as atualizações de versão.
  18. E a Môzi, a IA do revo360, lê cada painel e escreve a análise.
  19. revo360 Analytics. Cada pergunta da cobrança, com o seu painel.

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